A Igreja Batista da Lagoinha divulgou, nesta quinta-feira (15), uma nota oficial para negar qualquer ligação com a Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, e com a CPMI do INSS, após seu nome ser associado a investigações em andamento.
No comunicado, a instituição afirmou que Fabiano Zettel já havia sido desligado das atividades ministeriais. Segundo a nota, “desde novembro de 2025, Fabiano Zettel não exerce qualquer papel de pastoreio na instituição, não mantendo função ministerial, liderança institucional ou qualquer vínculo de representação com a Igreja”.
A Igreja também declarou que não há provas contra a instituição. A nota diz que “não há qualquer indício, evidência ou comprovação de que a Igreja Batista da Lagoinha tenha sido utilizada, direta ou indiretamente, em qualquer esquema ou prática irregular”.
O texto ainda afirma que a participação de pessoas em cultos não gera vínculo formal com a instituição. Para a liderança, “a participação em uma igreja não configura vínculo jurídico, administrativo ou representativo”.
Diante da repercussão, a Lagoinha informou que pretende acionar a Justiça. A nota afirma que a Igreja “adotará todas as medidas jurídicas cabíveis” para preservar sua imagem.
A manifestação ocorre após a senadora Damares Alves afirmar que a CPMI do INSS apura a possível participação de igrejas e líderes religiosos em fraudes contra aposentados. Nomes de líderes ligados à Lagoinha foram citados em requerimentos aprovados pela comissão.
O caso também ganhou força após a prisão do pastor Fabiano Zettel, em operação da Polícia Federal que investiga fraudes relacionadas ao Banco Master. Ele foi detido no Aeroporto de Guarulhos, quando tentava viajar para Dubai, e teve prisão preventiva decretada pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal.



Fonte/Créditos: Pleno News
Créditos (Imagem de capa): Foto: YouTube Lagoinha USA
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