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Sábado, 25 de Abril 2026
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Homem tenta tirar selfie com tubarão, mas se dá mal

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Homem tenta tirar selfie com tubarão, mas se dá mal
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Uma viagem de pesca em Cayo Costa, na Flórida, terminou de forma dramática para Shawn Meuse, que foi mordido na perna por um tubarão-limão ao tentar tirar uma foto com o animal durante a celebração de seu aniversário. O incidente levou o pescador a ser hospitalizado e submetido a cirurgia, segundo informou a ABC News.

 

O ataque ocorreu quando Meuse e outro pescador capturaram um exemplar de aproximadamente 1,8 metro. No momento em que se preparavam para devolvê-lo ao mar, Meuse segurava o tubarão para registrar uma foto, mas o animal reagiu e o mordeu. Em relato ao Gulf Coast News, ele contou que estava pronto para soltá-lo quando tudo aconteceu: “Nunca se sabe o que um animal selvagem vai fazer, sabe? E é isso, estávamos no território dele naquele momento.”

Diante da emergência, equipes de resgate se deslocaram até o extremo sul da praia de Boca Grande. O Departamento de Bombeiros de Boca Grande aplicou um torniquete na perna da vítima para conter a hemorragia antes de seu transporte de helicóptero ao Centro Médico Gulf Coast, onde passou por cirurgia.

O áudio da chamada ao 911 confirmou que Meuse estava consciente durante os primeiros socorros. Os médicos esperam uma recuperação completa, embora a cirurgia estivesse programada para a terça-feira seguinte ao incidente.

Apesar da gravidade, Meuse afirmou que pretende voltar à pesca de grandes predadores marinhos e agradeceu por ter sobrevivido ao ataque. “Uma pequena diferença na mordida teria mudado drasticamente minha situação”, refletiu.

O caso também trouxe à tona as regras de pesca de tubarões na Flórida. Os tubarões-limão são classificados como espécie protegida e devem ser mantidos na água com as brânquias submersas durante a captura. Além disso, a Comissão de Conservação de Peixes e Vida Silvestre da Flórida (FWC) exige que pescadores de tubarões a partir da costa concluam um curso gratuito de 30 minutos.

Meuse admitiu conhecer a exigência, mas não a cumpriu: “Você tem que fazer a aula, pega sua licença para tubarão de terra, mas é isso. É uma aula de 30 minutos e é gratuita”. Ele, no entanto, alegou não ter sido o responsável por capturar o animal, apenas por retirá-lo do anzol.

Para o naturalista Rob Howell, que analisou o vídeo do ataque, o acidente poderia ter sido evitado. Segundo ele, o tubarão demonstrava sinais de dor e medo. “Ele estava com dor e assustado, e muita gente não dá a esses animais o respeito que merecem. Eu não vi respeito algum naquele vídeo”, afirmou ao Gulf Coast News.

Fonte/Créditos: Gazeta Brasil

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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