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Terça-feira, 14 de Abril 2026
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Hábito antes de dormir pode prejudicar a memória, foco e concentração

A nutricionista Raissa Bonfim esclareceu qual hábito noturno é considerado um “vilão” do foco, da memória e da concentração; entenda!

Hábito antes de dormir pode prejudicar a memória, foco e concentração
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O hábito de comer deitado, assistindo a uma série e esperando o sono chegar, pode ser mais prejudicial do que parece. De acordo com a nutricionista Raissa Bonfim, fazer a última refeição pouco antes de dormir afeta não apenas a qualidade do sono, mas também o funcionamento do cérebro — especialmente a concentração, a memória e o foco no dia seguinte.

Em entrevista à coluna Claudia Meireles, a especialista do departamento de Nutrição Hospitalar do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, explicou que a digestão noturna interfere diretamente nos processos cognitivos.

“A produção de insulina e a liberação de hormônios digestivos podem afetar a regulação do sono e a função cerebral. As consequências, como desconforto gástrico e refluxo gastroesofágico, causam interrupções no sono e podem colocar o corpo em estresse”, afirma Raissa Bonfim.

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Segundo a nutricionista, manter regularidade nos horários das refeições — principalmente no jantar e na ceia — é essencial para preservar o sono profundo. “Para iniciar o sono profundo, o corpo precisa reduzir a temperatura e a atividade metabólica, e a digestão noturna atrasa essa transição fisiológica”, explica.

O cenário pode piorar quando a refeição noturna inclui alimentos de digestão mais lenta, como ultraprocessados, itens gordurosos, picantes, ácidos ou ricos em carboidratos simples.

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Priorizar esses alimentos faz com que ocorra um aumento da atividade metabólica do corpo, dificultando o controle glicêmico e gerando um ‘pico’ de insulina e um aumento da temperatura. Isso acarreta um baixo desempenho cerebral, uma vez que afeta o sono REM, que atua diretamente na regulação emocional e na consolidação da memória”, complementa.

A privação ou fragmentação do sono, segundo ela, tem reflexos claros no dia seguinte. “Há lentidão cognitiva, irritabilidade, alterações de humor e queda de energia, com sensação de fadiga generalizada”, garante Raissa Bonfim.

Sobre o intervalo ideal entre a última refeição e o momento de se deitar, a especialista é objetiva. “A recomendação é se deitar de duas a três horas depois de se alimentar. Caso seja uma ceia mais leve, pode ser uma hora antes”, conclui.

Fonte/Créditos: Metrópoles

Créditos (Imagem de capa): Canva

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