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Segunda-feira, 11 de Maio 2026
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Governo exonera secretário da Previdência alvo da PF e anuncia substituto

Secretaria-executiva do Ministério da Previdência, antes ocupada por Adroaldo Porta, agora será comandada por Felipe Cavalcante e Silva

Governo exonera secretário da Previdência alvo da PF e anuncia substituto
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O Ministério da Previdência Social anunciou a exoneração de Adroaldo Portal do posto de secretário-executivo da pasta, após ele ter sido preso pela PF (Polícia Federal), nesta quinta-feira (18), em mais uma fase da operação Sem Desconto, que apura irregularidades no pagamento de descontos associativos a aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Segundo o governo, a demissão de Portal foi uma determinação do ministro da Previdência, Wolney Queiroz.

O procurador-federal Felipe Cavalcante e Silva, atual consultor jurídico do ministério, foi anunciado para a função de secretário-executivo.

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Até a última atualização desta reportagem, a demissão de Portal e a nomeação de Silva não haviam sido publicada no DOU (Diário Oficial da União).

Entenda

Adroaldo Portal foi um dos alvos da nova fase da operação Sem Desconto, deflagrada nesta quinta. Ao todo, estão sendo cumpridos 52 mandados de busca e apreensão, 16 mandados de prisão preventiva e outras medidas cautelares, expedidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

As ações ocorrem nos estados de São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Minas Gerais e Maranhão, além do Distrito Federal.

A operação desta quinta tem como objetivo "esclarecer a prática dos crimes de inserção de dados falsos em sistemas oficiais, constituição de organização criminosa, estelionato previdenciário e atos de ocultação e dilapidação patrimonial".

Relembre a operação Sem Desconto

A primeira fase da operação Sem Desconto foi deflagrada pela PF e pela CGU (Controladoria-Geral da União) em 23 de abril deste ano. A ação revelou um esquema de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões.

Na época, os investigadores estimavam que as fraudes podiam chegar a cerca de R$ 6 bilhões. De lá para cá, ao menos 18 pessoas foram presas, entre políticos e empresários.

Com a ação de hoje, já são nove fases da operação realizadas pela Polícia Federal.

 

Fonte/Créditos: CNN

Créditos (Imagem de capa): Marcelo Camargo/Agência Brasil

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