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Quarta-feira, 22 de Abril 2026
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Gonet também teve dados sigilosos violados na Receita Federal, diz STF

PF deflagrou, nesta terça-feira, operação para investigar vazamento de dados sigilosos de ministros do STF, do PGR e de parentes

Gonet também teve dados sigilosos violados na Receita Federal, diz STF
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O procurador-Geral da República, Paulo Gonet, também está na lista dos nomes que tiveram “diversos e múltiplos acessos ilícitos no sistema da Secretaria da Receita Federal do Brasil”. Segundo o Supremo Tribunal Federal (STF), operação da Polícia Federal foi autorizada para apurar possível vazamento indevido de dados sigilosos de ministros, do Procurador-Geral da República e de seus familiares.

Nesta terça-feira, a PF cumpriu quatro mandados de busca e apreensão, no âmbito da investigação que apura o vazamento de dados da Receita Federal envolvendo autoridades. Os mandados foram cumpridos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.

A operação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes dentro do inquérito das Fake News, instaurado em 2019 para apurar ataques coordenados contra magistrados.

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Conforme relatório enviado pela Receita ao STF, as investigações iniciais demonstraram a existência de “bloco de acessos cuja análise, pelas áreas responsáveis, não identificou justificativa funcional”.

Múltiplos acessos ilegais

O STF fala em “diversos e múltiplos acessos ilegais” que, conforme destacado pela PGR, “apresentam aderência típica inicial ao delito previsto no art. 325 do Código Penal (violação de sigilo funcional)”.

A Corte destaca ainda que “o caso não se exaure apenas na violação individual do sigilo fiscal, uma vez que a exploração fragmentada e seletiva de informações sigilosas de autoridades públicas, divulgadas sem contexto e sem controle jurisdicional, tem sido instrumentalizada para produzir suspeitas artificiais, de difícil dissipação”.

Nomes

O Supremo também divulgou os nomes dos quatro servidores públicos suspeitos de envolvimento no caso e que foram alvos de operação da PF. São eles: Luiz Antônio Martins Nunes, Luciano Pery Santos Nascimento, Ruth Machado dos Santos e Ricardo Mansano de Moraes

Os investigados foram afastados dos cargos públicos e prestarão depoimentos à Polícia Federal, que prosseguirá nas apurações.

Os servidores ficam proibidos de entrar nas dependências do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e da Receita Federal do Brasil, além de não poderem acessar sistemas e bases informatizadas.

Fonte/Créditos: Metrópoles

Créditos (Imagem de capa): Paulo Gonet Receita Federal

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