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Terça-feira, 21 de Abril 2026
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Filho de professora encontrada morta confessou crime, diz polícia

Crime teria sido motivado após uma discussão por questões financeiras, pois homem tinha dívidas e participava de jogos de azar; corpo da vítima foi encontrado no último domingo (20), em Vespasiano, na Grande BH

Filho de professora encontrada morta confessou crime, diz polícia
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O filho da professora Soraya Tatiana Bomfim, de 56 anos, que foi encontrada morta após ficar desaparecida, confessou o crime, segundo a Polícia Civil de Minas Gerais informou em coletiva nesta sexta-feira (25). Ele teve a prisão temporária decretada e segue sob custódia.

Segundo as investigações, o homem, identificado como Matteos França Campos, de 32 anos, afirmou à polícia que agiu sozinho, enforcando a vítima, e que o crime teria sido motivado após uma discussão por questões financeiras, pois Matteos tinha dívidas e participava de jogos de azar.

O crime aconteceu na residência da professora, que após ser assassinada teve o corpo transportado no porta-malas do próprio carro, sendo levado até o viaduto onde foi encontrado no último domingo (20).

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Ainda em coletiva, a polícia afirmou que Matteos saiu de Belo Horizonte após o crime, em uma viagem que já estava programada, mas logo retornou à capital mineira, passando a morar com o pai.

Até o momento não há indícios de violência sexual e a corporação ainda aguarda o resultado da autópsia para determinar a causa da morte.

Entenda o caso

A Polícia Militar de Minas Gerais encontrou o corpo da professora que estava desaparecida na noite do último domingo (20), embaixo de um viaduto, no bairro Conjunto Caieiras, em Vespasiano, cidade localizada na região metropolitana de Belo Horizonte (MG).

Saiba quem é Soraya Tatiana, professora encontrada morta em Belo Horizonte

No local, o corpo da professora estava seminu e coberto com um lençol.

Segundo a PM, a mulher estava com marcas parecidas com queimaduras nas coxas e sangramento na região íntima. Próximo ao corpo, os agentes encontraram uma armação de óculos, mas não havia nenhum documento que identificasse a vítima.

Nascida na Bahia, ela residia na capital mineira há quase 40 anos.

Nas redes sociais, a unidade escolar onde a professora lecionava se pronunciou e lamentou a morte de Soraya. "Toda a comunidade educativa da Rede Santa Marcelina se une em oração e solidariedade à sua família [da funcionária], colegas e estudantes neste momento de dor", publicou a escola.

*Sob supervisão de AR.

Fonte/Créditos: CNN

Créditos (Imagem de capa): Redes sociais

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