A filha e o genro do presidente do STF, Edson Fachin, encerraram as atividades do escritório de advocacia que mantinham no Paraná. Segundo reproduções públicas da coluna de Mônica Bergamo, trata-se de Melina Fachin e Marcos Gonçalves, que atuavam na área de contencioso e, de acordo com a nota divulgada, não tinham vínculo profissional com o Supremo Tribunal Federal.
Ainda conforme a nota reproduzida pela imprensa, a decisão foi tomada de forma amigável, com a informação de que cada profissional seguirá em novos projetos e áreas de especialidade. O comunicado também indica que ambos passarão a atuar com foco em consultoria estratégica, em temas como direitos fundamentais, governança, contratos complexos, contencioso estratégico e assessoria institucional.
O movimento ocorre em meio às discussões no STF sobre a criação de um código de ética para ministros da Corte. Em 2 de fevereiro de 2026, ao abrir o Ano Judiciário, Fachin anunciou esse tema como prioridade de sua gestão. Sob a perspectiva institucional, o caso recoloca em debate transparência, prevenção de conflitos de interesse e parâmetros de conduta relacionados à atuação de familiares de magistrados.
Fonte/Créditos: FOLHA DE SÃO PAULO
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