Mesmo diante de discursos oficiais voltados à pauta identitária, o período entre 2023 e 2025 foi marcado por um crescimento expressivo dos casos de feminicídio e de violência homofóbica no Brasil. Levantamentos baseados em dados governamentais e em relatórios de organizações da sociedade civil apontam um quadro preocupante durante a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Partido dos Trabalhadores**).
O balanço indica que, enquanto os assassinatos de mulheres por motivação de gênero continuam avançando, as tentativas de feminicídio e os crimes letais contra a população LGBTQIA+ cresceram em ritmo ainda mais acelerado. O cenário consolida o país como líder mundial em mortes motivadas por homofobia, segundo organizações especializadas.
Números oficiais revelam escalada da violência
O próprio Ministério da Justiça e Segurança Pública reconheceu o agravamento do problema. Em 2025, os registros de feminicídio atingiram patamar inédito, caracterizando uma verdadeira explosão de casos.
Entre janeiro e setembro de 2025, foram contabilizadas mais de 2.700 ocorrências de tentativas de feminicídio, número 26% superior ao observado no mesmo período de 2024. O crescimento evidencia que a violência contra mulheres não se restringe aos casos consumados, mas se espalha também nas tentativas de homicídio.
Quase 3 mil crimes em seis meses
Os dados do primeiro semestre de 2025 reforçam o alerta. Somando feminicídios consumados e tentados, o total chegou a 2.978 crimes, representando um aumento de 17,85% em relação ao ano anterior. Especialistas apontam que a curva ascendente indica falhas nas políticas de prevenção e proteção às vítimas.
Subnotificação e críticas ao governo
Apesar da legislação brasileira prever punições severas para o crime de feminicídio, o governo federal é alvo de críticas por não investir de forma consistente em campanhas de divulgação da lei e de conscientização. Para analistas e entidades civis, a ausência de ações mais robustas favorece a subnotificação, mascarando a real dimensão do problema.
O contraste entre o discurso público do governo e os números oficiais tem sido apontado como um dos principais fatores de preocupação por especialistas em segurança pública e direitos humanos.
Fonte/Créditos: Contra Fatos
Créditos (Imagem de capa): Divulgação
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