Engana-se quem pensa que, para manter uma alimentação saudável, é preciso gastar rios de dinheiro ou fazer uma dieta mirabolante. Por vezes, o segredo do bem-estar se encontra em alimentos simples, que costumam ser achados com facilidade e não custam caro. Um deles são os grãos.
Alimentos como lentilha, feijão-preto e aveia são excelentes por conterem fibras, fundamentais para o bom funcionamento do organismo, e por colaborarem em outras “missões”, como ajudar a controlar o açúcar no sangue. Para isso, é preciso aliá-los a boas práticas, como a inserção de atividades físicas e acompanhamento médico, bem como sono de qualidade e controle do estresse.
Grãos amigos da saúde
Para ajudar a esclarecer quais grãos entram no rol dos queridinhos para manter a glicemia em dia, a editoria de Vida&Estilo convocou a nutricionista Juliana Andrade, do Metrópoles. Abaixo, ela lista quais são os itens que devem constar na sua dieta:
Lentilha: de fácil digestão e rica em fibras, auxilia no controle glicêmico.
Feijão-preto: contém amido resistente, que ajuda a retardar a absorção de carboidratos.
Ervilha: fonte de proteínas e fibras, contribui para a saciedade.
Quinoa: além de proteína completa, tem baixo índice glicêmico.
Aveia: rica em betaglucana, fibra que ajuda a equilibrar o açúcar no sangue.
Getty ImagesO grão-de-bico é uma leguminosa que oferece muitos benefícios à saúde
Outro grão saboroso que “suga” o açúcar do sangue e atua no controle da glicose: o grão-de-bico
Seja você diabético, seja apenas uma pessoa que quer manter uma alimentação balanceada, é importante tomar nota de alguns alimentos que atuam no controle da glicose e do açúcar no sangue. Um deles é o grão-de-bico.
“O grão-de-bico ajuda a retardar a absorção da glicose no intestino, evitando picos de açúcar no sangue após as refeições. Além disso, é rico em proteínas vegetais, o que prolonga a sensação de saciedade e pode contribuir para o controle do peso, fator diretamente ligado à prevenção de desequilíbrios metabólicos”, revela Juliana.
O melhor é que, além das qualidades citadas acima, o alimento tem baixo índice glicêmico, liberando energia lentamente no organismo, deixando o corpo estável e, consequentemente, auxiliando na saciedade e na perda de peso.
“Pesquisas mostram ainda que o consumo regular de leguminosas, como feijão, lentilha e ervilha, está associado à melhora na sensibilidade à insulina”, emenda a especialista.
Segundo Juliana, dá para comer o grão em preparações das mais diversas. Desde como acompanhamento do clássico arroz e feijão até em saladas ou como a clássica pasta homus. Há, ainda, uma farinha feita a partir do grão-de-bico que pode ser usada em várias preparações, no lugar da farinha de trigo, por exemplo.
Por fim, vale lembrar que um único alimento não é capaz de “curar” ou resolver problemas de saúde. O bem-estar é resultado de uma junção de hábitos, que devem sempre ser orientados por profissionais qualificados.
Ingerir diferentes tipos de frutas, verduras e hortaliças ajuda a garantir a longevidade e a saúde. E existe um item “esquecido” que deveria estar presente na sua próxima ida à feira ou ao mercado: o maxixe.
O vegetal que nem todo mundo come no dia a dia apresenta vários benefícios ao bem-estar. Entre os destaques, está o seu potencial anti-inflamatório, conforme destaca a nutricionista Juliana Andrade, do Metrópoles.
“O vegetal contém compostos antioxidantes que combatem radicais livres e ajudam na proteção das células. Isso faz com que o consumo regular tenha impacto positivo na imunidade, no processo de cicatrização e até na saúde da pele”, diz.
Se você não costuma comer por que não sabe como preparar o maxixe, ela dá o caminho das pedras. “Embora seja comum em preparações tradicionais, como refogados e ensopados, especialistas destacam que o maxixe é versátil e pode aparecer em saladas, cozidos leves, sopas e até grelhado — mantendo crocância e sabor suave”.
Fonte/Créditos: Metrópoles
Créditos (Imagem de capa): Janine Lamontagne/Getty Images
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