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Terça-feira, 21 de Abril 2026
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EUA poderá aplicar sanções de até 500% para países que negociarem com a Rússia; Brasil está na mira

Projeto bipartidário liderado por Lindsey Graham quer pressionar aliados de Putin com tarifas pesadas — e Brasil, que ampliou importações de diesel russo sob Lula, pode ser um dos alvos

EUA poderá aplicar sanções de até 500% para países que negociarem com a Rússia; Brasil está na mira
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O senador americano Lindsey Graham anunciou um novo esforço bipartidário no Congresso dos Estados Unidos para endurecer as medidas contra países que mantêm relações comerciais com a Rússia, sobretudo no setor energético. A proposta de lei busca autorizar o presidente Donald Trump a impor tarifas de até 500% sobre importações provenientes de países que atuem como facilitadores para o regime de Vladimir Putin.

Entre os alvos citados diretamente por Graham estão China, Índia e Brasil — nações que, segundo ele, “estão prestes a se prejudicarem muito se continuarem ajudando Putin”.

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A Índia, por exemplo, tem sido apontada como um dos principais intermediários da venda de petróleo russo para outros mercados, especialmente a China. O Brasil, por sua vez, ampliou significativamente suas importações de diesel da Rússia desde o início do atual governo Lula, mesmo em meio às críticas da comunidade internacional à invasão da Ucrânia.

O projeto de Graham surge em meio à estratégia do presidente Trump de buscar uma resolução para o conflito na Ucrânia. Apesar das tentativas de negociação, a guerra se prolonga devido à escalada militar russa e à resistência inicial do governo de Volodymyr Zelensky em ceder territórios.

Além das tarifas, o pacote de sanções prevê medidas adicionais contra países considerados alinhados ao chamado eixo antiamericano, formado por Rússia, China e Irã. O Brasil, que tem reforçado laços diplomáticos e comerciais com esses três países sob o governo Lula, pode sofrer consequências diplomáticas e econômicas mais severas caso a proposta avance.

Com a retomada do protagonismo de Trump na Casa Branca, a postura do Brasil no cenário internacional pode se tornar um ponto sensível nas relações com Washington, especialmente se o país insistir em se posicionar ao lado das potências que desafiam diretamente os interesses geopolíticos dos EUA.

Créditos (Imagem de capa): Kevin Dietsch/Getty Images

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