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Este é o número de empregos que o fim da escala 6×1 pode eliminar no Brasil, segundo estudo

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Este é o número de empregos que o fim da escala 6×1 pode eliminar no Brasil, segundo estudo
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Uma proposta em análise no Congresso que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 pode trazer impactos negativos para a economia brasileira, segundo estudo do Ranking dos Políticos. A medida é discutida na PEC 8/2025.

De acordo com a análise, a mudança pode resultar na perda de até 1,15 milhão de empregos formais e provocar queda de até 8,1% no Produto Interno Bruto (PIB), em cenários mais pessimistas. O estudo foi conduzido pelo economista Daniel Galveas.

A proposta busca melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores ao reduzir a jornada, mas, segundo o documento, pode gerar efeitos contrários. Isso porque a escala 6×1 já é amplamente utilizada e prevista na legislação trabalhista, permitindo que empresas organizem suas atividades dentro dos limites legais.

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O levantamento aponta que a redução da jornada, sem aumento de produtividade, pode elevar o custo do trabalho para as empresas, principalmente nos setores de comércio e serviços. Com isso, empresas poderiam reduzir contratações ou até cortar vagas.

O estudo também contesta a ideia de que menos horas de trabalho gerariam mais empregos — conceito conhecido como divisão do trabalho. Segundo a análise, experiências internacionais em países como França, Portugal e Japão mostram que esse efeito nem sempre acontece.

Outro ponto de atenção é o possível aumento da informalidade. Com custos mais altos para contratar formalmente, trabalhadores poderiam buscar renda em atividades informais, o que reduziria a segurança e a estabilidade financeira.

Além disso, o documento questiona se a mudança traria ganhos reais para a saúde e qualidade de vida. Para os autores, problemas como estresse estão mais ligados às condições de trabalho do que à escala adotada.

O estudo conclui que melhorias duradouras no bem-estar dos trabalhadores dependem de fatores como aumento da produtividade, qualificação profissional e maior segurança jurídica, e não apenas da redução da jornada de trabalho.

Fonte/Créditos: Gazeta Brasil

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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