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Quarta-feira, 22 de Abril 2026
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Entrada nos EUA pode exigir histórico de 5 anos nas redes sociais

Nova proposta da Alfândega dos EUA prevê analisar redes sociais, e-mails e histórico familiar de visitantes, incluindo viajantes do programa de isenção de visto. A medida levanta alertas sobre privacidade e pode mudar significativamente o processo de entrada no país.

Entrada nos EUA pode exigir histórico de 5 anos nas redes sociais
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e você está planejando viajar para os Estados Unidos, prepare-se: o governo americano poderá exigir que visitantes entreguem o histórico de atividade nas redes sociais dos últimos cinco anos. A proposta foi apresentada nesta terça-feira pela Agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP), e pode mudar significativamente o processo de entrada no país.

Segundo o The New York Times, viajantes de países como Reino Unido, França, Alemanha e Coreia do Sul só poderão entrar nos EUA após uma análise detalhada de suas redes sociais. A mudança afetará não apenas quem participa do programa de isenção de visto, mas também outros tipos de visitantes.

Atualmente, cidadãos de 42 países podem entrar nos EUA por até 90 dias sem visto, usando apenas uma autorização eletrônica (ESTA). O formulário pede dados básicos como e-mail, endereço, telefone e contato de emergência, com validade de dois anos.

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A nova proposta vai muito além. O CBP pretende pedir:

• nomes de usuários e links de redes sociais
• endereços de e-mail usados nos últimos 10 anos
• nomes, datas de nascimento e locais de residência de pais, filhos, irmãos e cônjuges

Além disso, a agência quer criar uma taxa adicional de “integridade de visto” de 250 dólares. Viajantes de países isentos de visto não precisariam pagar essa taxa, mas ainda teriam que fornecer as informações.

Essas medidas se somam a protocolos já adotados para algumas categorias de visto, como o H-1B, o de estudante e o de pesquisador, que também incluem análise de redes sociais.

Especialistas veem a proposta como uma mudança de grande impacto. Bo Cooper, da consultoria de imigração Fragomen, classificou o plano como uma “mudança de paradigma”, apontando que agora a avaliação deixaria de buscar apenas fatos concretos, como indícios de crime, para analisar o conteúdo que as pessoas publicam.

A Electronic Frontier Foundation criticou duramente a medida, afirmando que esse tipo de vigilância obrigatória ameaça liberdades civis, não se mostra eficaz para identificar criminosos e expõe a privacidade de viajantes e de pessoas próximas a eles.

O CBP informou que aceitará comentários públicos sobre a proposta durante os próximos 60 dias.

Fonte/Créditos: Notícias ao minuto

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