O deputado Hélio Lopes (PL-RJ) enviou ao ministro da Educação, Camilo Santana, um requerimento de informação em que pede explicações detalhadas sobre a inclusão de questões do Enem que abordaram elementos internos do candomblé, como rituais iniciáticos, terminologias tradicionais e símbolos religiosos. O parlamentar quer documentos, justificativas e os critérios que fundamentaram as escolhas da banca examinadora.
Questionamentos sobre conteúdo e pertinência curricular
O requerimento enviado ao MEC traz oito questionamentos específicos. Em um deles, o deputado busca saber qual foi o fundamento técnico-pedagógico para inserir, na prova de 2025, uma questão que menciona “processo iniciático”, “banhos rituais”, “raspagem da cabeça”, “ritos esotéricos”, “gestos ritualísticos”, “caráter mágico-semântico” e referências às “nações do vodum, do orixá e do inquice”.
Lopes destaca que tais conteúdos, segundo ele, não fazem parte do currículo da educação básica, o que, em sua avaliação, poderia prejudicar a isonomia entre os participantes.
Debate sobre laicidade e equilíbrio interpretativo
Créditos (Imagem de capa): Reprodução
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