A deputada norte-americana María Elvira Salazar, do Partido Republicano da Flórida, voltou a se manifestar contra a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) no Brasil, com duras críticas ao ministro Alexandre de Moraes. Em nova publicação nas redes sociais, feita nesta terça-feira (8), Salazar ecoou o discurso do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, e apontou que Jair Bolsonaro é vítima de perseguição política.
A congressista afirmou que “socialistas radicais e juízes ativistas como Alexandre de Moraes” estão transformando os tribunais em armas contra adversários políticos. “É uma vergonha o que está acontecendo no Brasil”, declarou.
Segundo Salazar, a atuação de Moraes representa uma afronta à democracia: “Isso não é justiça. É um ataque político tirado diretamente do manual socialista.” Ela ainda completou: “Em uma democracia, os líderes são escolhidos nas urnas, não removidos pela tirania judicial.”
A republicana encerrou sua declaração com um apelo semelhante ao de Trump: “Tirem as mãos do Bolsonaro!”
What’s happening in Brazil is a disgrace.
— María Elvira Salazar 🇺🇸 (@MaElviraSalazar) July 7, 2025
The radical socialists and activist judges like Alexandre de Moraes are weaponizing the courts to silence Jair Bolsonaro (@jairbolsonaro), because they fear the will of the people.
This is not justice. It’s a political attack straight…
Histórico de críticas
María Elvira Salazar já havia chamado Moraes de “operador totalitário” durante uma audiência no Congresso dos Estados Unidos em maio do ano passado. Na ocasião, a deputada também criticou duramente o presidente Lula, a quem se referiu como “condenado por corrupção”.
“Enquanto eu fazia minha pesquisa, cheguei à conclusão de que o Brasil não apenas tem um condenado por corrupção como presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, mas agora tem um operador totalitário como chefe de Justiça da Suprema Corte”, afirmou.
A fala de Salazar foi recebida com aplausos na audiência, mas ela fez questão de demonstrar preocupação: “Coitados dos brasileiros. Eles merecem muito mais. É o país mais importante do continente e está sendo sufocado.”