A empresária Roberta Luchsinger, conhecida por sua proximidade com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente da República, foi ouvida nesta semana pela Polícia Federal no âmbito das investigações sobre as fraudes no INSS. O depoimento, porém, agravou a situação da empresária, de acordo com os próprios investigadores envolvidos no caso.
Meses de análise antecederam a oitiva
Antes de colher o depoimento de Roberta, a PF passou meses examinando quebras de sigilo e reunindo provas sobre o esquema fraudulento. A investigação apura desvios que ultrapassam 6 bilhões de reais, afetando mais de 5 milhões de aposentados em todo o país.
O papel de Roberta na investigação
Segundo a Polícia Federal, Roberta Luchsinger é investigada como operadora de Lulinha nos negócios ligados a Antônio Carlos Camilo, apelidado de Careca do INSS, considerado o pivô central do esquema de desvios. Os investigadores sustentam que os negócios do filho do presidente eram conduzidos por intermédio da empresária.
Negativas, inverdades e omissões
Diante dos investigadores, Roberta negou todas as acusações. No entanto, a estratégia não surtiu o efeito esperado. Segundo fontes da PF, a amiga de Lulinha apresentou inverdades e omissões ao longo de seu relato, o que fez com que ela saísse do depoimento em situação mais delicada do que quando chegou à sede da polícia.
Fonte/Créditos: Contra Fatos
Créditos (Imagem de capa): (Redes sociais/Divulgação)
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