Um grupo de manifestantes entrou em confronto com a polícia nesta quinta-feira (11), nos arredores do Estádio Azteca, na Cidade do México. O incidente ocorreu enquanto as seleções do México e da África do Sul disputavam a partida de abertura da Copa do Mundo de 2026.
Para garantir a segurança no dia da abertura do Mundial, as autoridades locais montaram uma megaoperação que mobiliza milhares de policiais, espalhados tanto nos arredores do estádio quanto em pontos estratégicos da capital. Apesar do forte policiamento, diversos coletivos e movimentos sociais agendaram marchas para o dia de hoje, tendo o estádio da abertura como destino final dos protestos.
Entenda onda de protestos de professores no México
Apenas dois dias antes da abertura da Copa do Mundo na Cidade do México, uma série de protestos ameaça interromper o início do torneio, que o México co-organiza com os Estados Unidos e o Canadá e espera receber um grande número de turistas.
São vários os grupos que protestam no país. Professores reivindicam a revogação da lei do ISSSTE (Instituto de Segurança e Serviços Sociais dos Trabalhadores do Estado), aprovada em 2007 durante a presidência de Felipe Calderón (2006-2012), bem como as reformas educacionais aprovadas durante as presidências de Enrique Peña Nieto (2012-2018) e Andrés Manuel López Obrador (2018-2024).
Já familiares de pessoas desaparecidas e seus apoiadores foram ao estádio para dar visibilidade à causa. Segundo a Anistia Internacional, há 134.460 pessoas desaparecidas no México em 25 de maio de 2026. Os participantes disseram que as autoridades mobilizaram um forte contingente policial para restringir seus movimentos, descrevendo a resposta como repressiva.
Fonte/Créditos: CNN
Créditos (Imagem de capa): Foto: Priscila Yazbek/ CNN
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