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Quarta-feira, 22 de Abril 2026
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CNJ recebe nova denúncia de assédio contra Buzzi, ministro do STJ

Após a denúncia de uma jovem de 18 anos, o CNJ recebeu denúncia de nova vítima que teria sofrido assédio sexual por parte de Marco Buzzi

CNJ recebe nova denúncia de assédio contra Buzzi, ministro do STJ
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Conselho Nacional de Justiça (CNJ) recebeu, nesta segunda-feira (9/2), nova denúncia de assédio sexual contra o ministro Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi. Fontes ouvidas pela coluna afirmaram que o corregedor, ministro Mauro Campbell Marques, ouviu declarações da nova suposta vítima e registrou oficialmente a denúncia.

Conforme mostrou a coluna Grande Angular, o ministro Marco Buzzi foi alvo de grave acusação de assédio sexual contra uma jovem de 18 anos, que passou as férias de janeiro hospedada na casa do magistrado, em Balneário Camboriú (SC). O nome do magistrado acusado de assédio foi revelado pelo Metrópoles.

A moça é filha de um casal de amigos do ministro. No dia 9 de janeiro, eles se encontravam na praia, e, em determinado momento, a jovem foi tomar um banho de mar. Buzzi também estava dentro da água. Segundo relatos da jovem, que entrou em estado de desespero, o ministro, que estaria visivelmente excitado, tentou, por três vezes, agarrá-la.

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Ela conseguiu se desvencilhar, correu para a praia e contou aos pais o ocorrido. Estupefato, o casal de amigos deixou o local e seguiu para São Paulo, onde registrou boletim de ocorrência sobre o caso em uma delegacia de polícia.

A nova vítima, ouvida pelo CNJ, nesta segunda, seria uma ex-funcionária do gabinete de Buzzi no STJ.

Em nota, o ministro Marco Buzzi disse que “foi surpreendido com o teor das insinuações divulgadas por um site, as quais não correspondem aos fatos”. “Repudia, nesse sentido, toda e qualquer ilação de que tenha cometido ato impróprio”, disse.

Sindicância

Hoje, o pleno do STJ tem instaurada uma sindicância para investigar a primeira denúncia de assédio, da jovem de 18 anos. O caso também chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Nunes Marques é o relator. O segundo caso ainda está na esfera do CNJ.

Fonte/Créditos: Metrópoles

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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