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Quinta-feira, 23 de Abril 2026
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Chá de camomila é recolhido pela Anvisa

O recolhimento do Chá de Camomila Lavi Tea foi iniciado de forma voluntária pela própria empresa após identificar irregularidades internas.

Chá de camomila é recolhido pela Anvisa
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Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento do lote 6802956 do Chá de Camomila Lavi Tea, da marca Água da Serra, em todo o país, devido a falhas graves no processo de fabricação e contaminação por insetos, e também proibiu a pomada cicatrizante pós-tatuagem Inkdraw Aftercare por ausência de regularização.

Recolhimento do chá de camomila da marca Água da Serra

O recolhimento do Chá de Camomila Lavi Tea foi iniciado de forma voluntária pela própria empresa após identificar irregularidades internas.

A Anvisa avaliou as informações técnicas apresentadas e ampliou a medida, suspendendo a fabricação, comercialização, distribuição, divulgação e consumo do lote 6802956 em todo o território nacional.

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A determinação atinge consumidores, distribuidores, comércios físicos e online, que devem retirar imediatamente qualquer unidade desse lote de circulação.

A agência reforça que a medida é preventiva e voltada à proteção da saúde pública, ainda que outros lotes do produto não tenham sido incluídos na decisão.

Chá de camomila é recolhido pela Anvisa
Chá de camomila é recolhido pela Anvisa – Reprodução/Água da Serra

Motivos da contaminação do lote de chá de camomila

As análises laboratoriais do lote 6802956 identificaram talos, ramos e sementes incomuns para o padrão esperado do chá de camomila, indicando falhas na seleção e limpeza da matéria-prima vegetal.

Esses problemas comprometem a qualidade do produto e revelam deficiências nas etapas de processamento.

Nos testes de matérias estranhas foram detectadas 14 larvas inteiras e 224 fragmentos de insetos em 25 gramas do produto, ultrapassando muito o limite máximo de 90 fragmentos previsto na legislação.

Diante dessa não conformidade, a Anvisa classificou o caso como falha grave de boas práticas de fabricação, envolvendo controle de pragas, higiene e armazenamento.

Como a Anvisa age em casos de alimentos contaminados

Em situações de contaminação ou suspeita de risco, a Anvisa segue um fluxo padronizado que inclui avaliação de risco, análise técnica dos dados apresentados e publicação de atos regulatórios.

Esse procedimento vale tanto para recolhimentos voluntários comunicados pelas empresas quanto para ações iniciadas pela própria agência.

Após identificar riscos sanitários ou descumprimento de normas, a Anvisa pode determinar medidas como:

  • Recolhimento de lotes específicos ou de todo um produto.
  • Proibição de fabricação, distribuição, comercialização e divulgação.
  • Orientações para empresas, serviços de saúde e consumidores sobre como proceder.
Chá de camomila é recolhido pela Anvisa
Chá de camomila é recolhido pela Anvisa – Créditos: depositphotos.com / BrendaRochaBlossom

Por que o chá de camomila exige fiscalização rigorosa

O chá de camomila é amplamente consumido por diferentes faixas etárias, incluindo crianças, idosos e pessoas que o utilizam com finalidade de bem-estar.

Por isso, seu controle sanitário recebe atenção especial, sobretudo em relação à qualidade da planta e à presença de impurezas ou organismos indesejados.

Chás à base de plantas devem garantir matéria-prima adequada, armazenamento que evite umidade, fungos e pragas, além do cumprimento de limites para a presença de insetos e fragmentos.

Quando um lote específico falha nesses requisitos, a retirada imediata do mercado é adotada para reduzir qualquer exposição desnecessária.

Irregularidades na pomada cicatrizante pós-tatuagem Inkdraw Aftercare

A Anvisa também proibiu a fabricação, importação, comercialização, distribuição, divulgação e uso da pomada cicatrizante pós-tatuagem Inkdraw Aftercare em todo o Brasil.

O produto não possuía registro ou notificação na agência, condição obrigatória para avaliação de segurança e eficácia.

Produtos destinados aos cuidados com a pele, especialmente após procedimentos como tatuagens, devem apresentar composição, modo de uso e dados de segurança à Anvisa.

Sem essa regularização, não há controle oficial sobre riscos potenciais, o que leva à sua retirada do mercado e orientação para que o uso seja interrompido imediatamente.

Fonte/Créditos: O Antagonista

Créditos (Imagem de capa): - Créditos: depositphotos.com / gdolgikh

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