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Sábado, 18 de Abril 2026
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Bolsonaro pede autorização a Moraes para receber “Estímulo Elétrico Craniano” na prisão

A defesa de Bolsonaro apresentou laudo ao STF sobre o tratamento e afirmou já ter visto bons resultados para depressão e soluços em 2025

Bolsonaro pede autorização a Moraes para receber “Estímulo Elétrico Craniano” na prisão
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Os advogados de Jair Bolsonaro (PL) pediram ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorize o ex-presidente a passar por tratamento de Estímulo Elétrico Craniano (CES). A medida tem como objetivo melhorar a qualidade do sono, a ansiedade, a depressão e as crises de soluço.

Segundo laudo de 18 páginas, apresentado ao STF pelo médico Ricardo Caiado, esse tipo de neuromodulação não invasiva tem o objetivo de promover a “regulação funcional da atividade neurofisiológica central”.

O método é aplicado por meio de “clipes auriculares bilaterais” enquanto o paciente permanece “em repouso consciente”, em sessões que duram entre 50 minutos e 1 hora. Segundo narra a defesa, há a necessidade do tratamento três vezes por semana, de forma independente das visitas autorizadas.

A petição é para que o Estímulo Elétrico Craniano seja realizado ao final do dia, em horário mais próximo possível do repouso noturno, dentro das regras de segurança impostas no presídio.

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Tratamento realizado em 2025

Em abril de 2025, segundo relatado pelos advogados no pedido, Bolsonaro passou por esse tratamento. Após as primeiras aplicações da neuromodulação, por oito dias, segundo a defesa, “foi possível documentar melhoras perceptíveis tanto nos parâmetros gerais de saúde, incluindo sono e ansiedade/depressão, como também no quadro de soluços“.

A defesa, baseada no laudo do médico de Bolsonaro, ainda prosseguiu: “No período em que Bolsonaro se submeteu ao referido tratamento, houve melhora significativa na qualidade do sono e no quadro de soluços, que chegaram a parar durante aquele período daquela internação. O tratamento prolongado, portanto, pode trazer significativa melhora para o quadro médico de multimorbidade já descrito e comprovado”, alegaram.

Por isso, diante da conclusão de que o tratamento de neuromodulação é uma complementação necessária à medicação hoje já usada para tratamento, a defesa pede o tratamento nas dependências da prisão onde Bolsonaro está.

O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e 3 meses nas dependências do 19º Batalhão de Polícia Militar, a Papudinha.

Fonte/Créditos: Metrópoles

Créditos (Imagem de capa): HUGO BARRETO/METRÓPOLES

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