O fechamento de empresas na Bahia ao longo de 2025 reacendeu preocupações sobre a saúde do ambiente de negócios no Estado. Dados divulgados pela Junta Comercial da Bahia (JUCEB) mostram que mais de 29 mil empresas foram oficialmente extintas até setembro, revelando um ritmo de encerramentos que pressiona especialmente pequenos e médios empreendedores.
Os números refletem um cenário econômico desfavorável, marcado pela desaceleração da atividade, aumento dos custos operacionais e restrições de acesso ao crédito — fatores que atingem com mais força os setores de comércio e serviços, responsáveis pela maior parte dos fechamentos registrados.
Segundo o economista baiano Carlos Almeida, o volume expressivo de empresas encerradas indica fragilidade estrutural no ambiente empresarial do Estado.
“A alta mortalidade empresarial indica fragilidade do ambiente de negócios. Muitos microempreendedores não conseguem manter estrutura em períodos de instabilidade”, afirma.
A tendência preocupa entidades empresariais, que avaliam que a reversão desse quadro depende de medidas que facilitem o acesso a financiamentos, reduzam burocracias e aliviem custos fixos para quem empreende.
Fonte/Créditos: Contra Fatos
Créditos (Imagem de capa): Divulgação
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