Segundo o oráculo dos Senhores dos Anéis (Google) e sua narrativa Wikipédiana:
“A Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (em inglês: United States Agency for International Development, USAID) é uma das maiores agências oficiais de “ajuda humanitária” (aspas nossas) do mundo e responde por mais da metade de toda a “assistência externa” (ibidem) dos Estados Unidos — a maior do mundo em termos absolutos de dólares —, mantendo operações em mais de 100 países, principalmente na África, Ásia, América Latina, Oriente Médio e Europa Ocidental”.
O real caráter louvável, benemérito e samaritano da citada “Agência” seria, até há semanas atrás, uma unanimidade inquestionável não fossem as revelações que vieram à tona e que pautam o “falatório” da atualidade em torno da mesma.
Imiscuo-me aqui de concatenar tais revelações à nova administração Trump/Musk, pois que a dita “Agência” já existia (fora criada em 1961) quando o primeiro dos citados foi, pela primeira vez, Presidente da nação americana.
“Por que só agora”?
Perguntar-se-á todo aquele que porta e ostenta um "semancol" acutilante.
Direi que é mais um dos Thanatos movimentos – um clássico – muito ao gosto do negro establishment que decide criar algo, elevá-lo, enaltecê-lo e, por fim, quando acha que esse algo já cumpriu o escopo para ao qual fora criado, decide extirpá-lo e aniquilá-lo...
A alegada “limpeza” da USAID é nada mais nada menos que o novo bando de leões no pedaço avisando quem é que irá mandar na savana daqui para a frente...
Não é uma drenagem do pântano; É passar uma clara mensagem de que o pântano terá um novo dono...
Quero com isto dizer, fundamentalmente, que não irei neste espaço fulanizar, enaltecer e / ou demonizar nenhum político, pois o tomo, o uso e o cuido como espaço de erudição e alta cultura que desejo ver descolada da rasa e entrópica espuma politiqueira.
Suspenderei, de igual modo, o juízo sobre algumas das revelações que aludem para a interferência da citada “Agência”, desde a década de 60 até hoje, em eleições presidenciais ao redor do mundo pondo e depondo “presidentes” a seu bel-prazer, pois serei liminarmente (como de costume) execrado e epitetado de conspiracionista e de todos os impropérios que terminam em ista...
Dissertarei, tão só, acerca da propalada problemática, a partir duma despretensiosa foto (a mesma que ilustra o presente artigo) que retrata um movimento associativo / corporativo / de classe esquerdista tirada, ao que parece, algures ou alhures, numa escola/universidade / hospital, na qual se vê um grupelho de criaturas (recuso-me a falar do açaime nas fuças que ostentam e do que ele realmente significou e significa) trajando, todas elas, uma camiseta estampando a figura do Che Guevara, e aonde é perceptível visualizar, atrás do mesmo, sobre a umbreira da porta, a sigla propagandista alusiva à dita “Agência”.
Como diz o ditado popular: “uma foto vale mais que mil palavras” e nesta, em especial, poderemos extrair e cravar, sem medo de errar, a elementar ilação que poucos, muito poucos discernam: a de que todos os movimentos esquerdistas (sejam eles revolucionários, golpistas, partidários, sindicalistas, de ONG’s, ambientalistas, pró-aborto, feministas, LGBT’s, Antifas, Femen’s, BLM’s e o diabo a quatro) foram e são financiados pelo grande capital.
Sim!
Entendei e aceitai que dói menos!
Foi o grande capital que criou e financiou a proliferação das ideologias modernas (de todas elas) que tanta destruição e terraplanagem operou, e opera, nos latifúndios existenciais / mentais das grandes massas, e que tantos dividendos (monstruosos) lhe tem gerado, reduzindo a discussão à hipnótica dialética e ilusória cisma: “capitalismo versus comunismo”.
Tal chocante (denegado, recusado e incompreendido à esmagadora maioria) paradoxo é exaustivamente esmiuçado e desvelado na obra Cosmion de autoria deste signatário.
Já quem serão as malévolas e cerebrinas potestades detentoras de todas as riquezas, conhecimento, ideários, manigâncias e ilusionismos, e da sua proveniência e expansão, é vos revelado nas duas subsequentes – Pompa & Circunstância e Dzáit-Gáist –, também elas semente e fruto das deambulações reflexivas deste errante literato que há muito, pela ignota calada, vem juntando todas as peças...
Percebei, pois, que as ideologias hegemônicas e de todos os espectros são os ovos de uma nababa galinha dourada, platinada e diamantina.
E o proselitista teatro político da esquerda versus direita (mais uma das invencionices el-itista – ..-..-el) o diversionismo hipnótico-alucinatório de quem consome tais ovos (a sociedade).
A discretíssima plutocracia sempre “deveras filantrópica” comanda tudo e todos na surdina à base duma maestrina magia mental e jogo de marionetes.
Seus tentáculos vão da banca e finança, passando pela tutoria e consórcio das ideias, da educação, cultura, religião, ciência, arte e entretenimento, selecionando todos os governantes mundiais, mas fazendo-nos crer que são eleitos por nós num pleito circense, e criando toda a sorte de “Organizações”, “Uniões” e “Agências” cuja reputação ninguém colocaria em causa.
“Organizações” e “Uniões” tão benquistas à maioria distraída e “recheadas de boas intenções” (contém forte ironia).
“Desenhando e colorindo-o”, à guisa de homenagem ao instituto da metáfora, da parábola e da analogia, é só visualizardes as cenas do Congresso Galáctico da franquia Star Wars – da série: “O que os filmes nos revelam”...
Pois bem, é só visualizardes, dizia-vos, o corpo governamental da República Galáctica liderada pelo Senador Palpatine que, até certa altura, se fazia aparecer numa mascarada personalidade cândida, apaziguadora e caritativa, mas cujo sombrio ímpeto acabou por se revelar em toda a sua verdadeira essência – um Lord Sith – e identidade – Darth Sidious.
Traduzindo para a nossa realidade espiritual: um demônio!
A maior ameaça ao nosso bem-estar sempre foi o totalitarismo da plutocracia da vez dissimulada e escudada em certo e determinado regime por si também criado e implementado (impérios, califados, monarquias, repúblicas).
Hoje, depois das bisonhas repúblicas comunistas ou nazifascistas terem sido responsáveis pelo maior morticínio que a humanidade jamais havia vivenciado, o truque e o mantra da vez passou a ser a globalizada social-DEMOcracia bio-tecnocrata (um mix da “bisonhice” citada que nela resultou e se fez síntese) e que descambará num metaverso sem retorno.
O ilusionismo semântico da palavra "democracia", sua manipulação e o uso dela como panaceia dum mastodôntico engodo é o resultado do totalitarismo tecnológico moderno que impera em termos e modos globais ainda que vós não o consigais enxergar na frente de vossos narizes e nos vossos quintais existenciais...
Eco
Fonte/Créditos: Juntando as Peças com Intelecto, Lucidez e Cognição Impoluta