O jornalista Otávio Guedes, da GloboNews, declarou há pouco, durante a programação do canal, que Donald Trump tem se posicionado a favor de Jair Bolsonaro muito mais por questões econômicas do que políticas. Em suas palavras: “O problema é muito mais o B de Brics do que o B de Bolsonaro.”
Essa linha de raciocínio, amplamente reproduzida pelos analistas da emissora, tenta esvaziar o peso simbólico e político do apoio do ex-presidente norte-americano a Bolsonaro. A ideia é reduzir tudo a uma mera disputa financeira, atrelada à geopolítica e à influência crescente da China no Brasil.
Mas o que a imprensa mainstream convenientemente ignora — não por desconhecimento, mas por uma mistura de torcida ideológica com devotamento marxista — é que defender Bolsonaro diante da perseguição que sofre hoje é, para os Estados Unidos, a forma mais barata e eficiente de conter a influência comunista da China em seu próprio quintal: a América Latina.
Sim, Trump está incomodado com a “caça às bruxas” imposta contra Bolsonaro, sua família, seus aliados e o povo brasileiro que ousou votar contra o sistema. E não se trata apenas de incômodo — é estratégia. Tarifas e sanções estão a caminho. Amanhã sairá o anúncio sobre a taxação. Ao menos um ministro será alvo de medidas por violar a liberdade de cidadãos e empresas americanas. E tudo indica que mais ações estão por vir.
Essas medidas se somam a um esforço maior: reorganizar a bagunça institucional brasileira provocada pela ingerência globalista e pelo avanço chinês.
Enquanto isso, quem continua dependente da velha imprensa, especialmente da GloboNews, ainda assiste a malabarismos jornalísticos para desviar o foco do real problema: a perseguição política à vontade popular. A perseguição a Bolsonaro.