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Segunda-feira, 04 de Maio 2026
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SOMA & MULTIPLICAÇÃO versus SUBTRAÇÃO & DIVISÃO

(Memórias & Retalhos dum Eco Inteligente e Não Replicante)

SOMA & MULTIPLICAÇÃO versus SUBTRAÇÃO & DIVISÃO
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As quatro operações aritméticas nucleares pautam, impactam e condicionam nossa existência em algo muito, mas muito mais abrangentemente sutil que a emaranhada esfera matematizante, por si só, expressa, determina e alcança.

Elas exponenciam-se, além deste seu inerente âmbito, quando as agregamos nos binômios em epígrafe e quando o que está em causa é, nada mais nada menos, a complexa dinâmica mental e comportamental do ente humano quer em sua individualidade quer, sobretudo, como coletividade.

Pura e simplesmente matizam e condicionam todas as dimensões de sua ação, sejam elas: psicológicas, antropológicas, sociológicas, culturais, políticas, educacionais, econômico-financeiras e/ou religiosas desaguando, claro está, no delta da oceânica história, geopolítica e das relações de poder, hegemonia e dominação.

Quanta “divisão” há numa mente individual já de si pejada de partições e segmentações – já de si um fractal de consciência duma Totalidade Omnisciente?

Quanta “divisão” se opera nas faculdades cognitivas em si, entre estas, o pensamento, a linguagem e o real?

Entre razão e emoção?

Entre o sensorial e a visão de conjunto?

Entre o impulso/instinto/desejo e a moral/ética?

Entre memória seletivo-afetiva e não afetiva?

Entre a percepção de si e do outro; ou entre ela e a realidade fática?

Entre a rara disforia de gênero, massivo condicionamento (midiático), copiosa sugestão (grupal e ambiental), intensa doutrinação e sexo biológico?

Entre dúvida, medo, necessidade, sobrevivência, coragem e/ou estima?

Em todos estes “fracionamentos” exemplificativos, no que ao resultado final concerne, há, claro está, “ganhos e perdas”, mas numa lépida mirada sobre o grau de sanidade, felicidade e bem-estar do indivíduo nas sociedades atuais poderemos falar em “soma” ou “subtração”?

A sanidade está em “alta” ou em “baixa”?

Está-se “mais” ou “menos” feliz?

A beatitude e o contentamento estão “aumentando” ou “escasseando”?

E nas relações / interações entre homem e mulher?

Entre etnias, raças, classes sociais?

Entre trabalhadores e empresariado?

Entre o paupérrimo e o abastado?

Entre torcidas de futebol (só para citar o exemplo mais paradigmático que extravasa as pulsões mais tribais, competitivas, beligerantes e de conquista no que ao entretenimento diz respeito)?

Entre diferentes religiões e credos?

Entre ideologias?

Entre a ideia, o ideal e a concretude?

Entre educação formal e não formal ou autodidata?

Entre regiões e / ou países?

O que tanta “divisão” tem produzido?

Uma “somatória” completude ou um “agregado minguante, reducionista, diminuto e estilhaçado”?

As respostas são ululantes obviedades esfregadas, a todo o tempo, em nossos rostos (estará mais para focinhos) e consciências, convergem em absoluto e possuem um duplo (divisão & subtração) “denominador comum”, mas quais os porquês e as razões de tal convergente padrão?

Será que os mais desavisados, distraídos e alienados – em esmagador número –, sabê-lo-ão?

Os “investidores, patrocinadores, realizadores, produtores e roteiristas do enredo humano no qual todos nós, de uma forma ou outra, seja ela arbitrária, vinculativa e / ou forçada, atuamos, participamos e contracenamos” sabem-no na máxima amplitude e ínfimo pormenor, manipulam-no com requintes de malvadez e tudo têm feito, fazem e farão para que, atemporalmente, “a ordem dos fatores, produtos e dividendos jamais se altere”.

Agora imaginem, só imaginem, se a “conta e a equação” existencial, nos diversos domínios e espectros supra-aludidos, passasse a ser conduzida sob a batuta de uma coesa, afinada e sincronizada orquestra de “soma-soma” e, mais, se se “multiplicasse” em atuação, apresentação e paradigma, e assim, qual mote, permanecesse atuante em perpétuo estado e movimento?

Concretizemos e “dêmos aos bois os seus reais nomes”:

Como seria uma sociedade cuja “soma das partes (contrariando todos os fundamentos gestálticos) fosse igual ou maior que o conjunto e, inapelavelmente, o determinasse”?

O que achais?

Seria “mais” ou “menos” forte, unida, harmoniosa, benfazeja, funcional, sanígena, indelével e difícil de intrujar?

A axiomática resposta, cabal insight e todas as suas implicações ficam por vossa conta, “cálculo” e risco…

Eco

 

Créditos (Imagem de capa): O próprio intelecto.

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