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Terça-feira, 05 de Maio 2026
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Memórias & Retalhos dum Eco Inteligente e Não Replicante

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Partamos do indelével e ululante axioma de que somos frações – as mais evoluídas, ou assim nascemos aparelhados para devê-lo ser – duma Absoluta e Suprema Transcendência Da Qual tudo emana, se manifesta e Nela está contido.

De que tudo em nós é uma micro-réplica Dela – do Maior para o menor.

Logo, conscientes e cognoscentes fragmentos duma Divinal e Omnisciente Mente.

Uma onda, entre infinitas e insondáveis vagas, dum Único Oceano.

Uma partícula(r) alma de uma Alma Mater.

Destarte, e por esta ordem de razão, escala e grandeza, tornar-se-á óbvio compreender o seguinte sortilégio:

Tudo o que passamos a crer, sentir e pensar/mentalizar criará todo um campo de possibilidades reais e concretas em nossas vidas.

Pensamento é energia e nós nos tornamos, ou melhor, tornamos possível, tudo aquilo em que mais pensamos com afinco.

Em síntese, nós e vós sois, indubitavelmente, co-criadores de padrões de existência. O que imaginais e desejais com afinco passará a ser, imediata e probabilisticamente, materializável – olhai e concatena o alcance disto...

Parece simples (é simples!), mas as legiões teimam em ignorá-lo, em descartá-lo ou em fazer um mínimo esforço que seja para concebê-lo, decifrá-lo, agir em conformidade e / ou pô-lo em prática.

“Trocando em miúdos”: a partir do momento em que concebemos mentalmente um desiderato e passamos a projetá-lo, colapsando essa possibilidade ondulatória (trazendo para a realidade física qualquer coisa que, até então, era apenas mera possibilidade), passamos a criar as condições para a sua fatual e real ocorrência.

Aquilo que, até então, e somente, se encontrava no plano mental e ideal sob a forma de onda, frequência e vibração – particular e específica partição, sempre, nunca o olvidem, duma Única, Emanante, Transbordante e Suprema Ondulação –, passa a ser passível de se manifestar, isto é, de adquirir estatuto materializável.

A onda será o desejo; A partícula a provável/possível concretização exitosa dele.

Estamos, pois, inseridos num Quantum, ou seja, num campo intrincado e emaranhante de infinitas realidades, no qual tudo o que emanamos – pensamos –, para o bem ou para o mal, poderá se tornar partícula(rizado), ou seja, ocorrer.

Por isso, em toada cartesiana vos brado:

Creio, incondicionalmente, logo tudo é possível.

Insisto na perspectiva de que todas as coisas são as mesmas coisas duma só Majestosa Frequência vibrando em diferentes padrões e amplitudes. As mais altíssimas, passe o pleonasmo, altamente imperceptíveis, transmutáveis e transfixáveis; As mais baixas, enxergáveis, compactáveis e, logicamente, palpáveis e mensuráveis.

Cristalino, portanto, quando nos deparamos com o porquê deste plano terreno e corpóreo ser um local de tantos padecimentos – ser infra-frequencial –, em contraponto às alígeras, intangíveis e supremas vibrações atreladas à espiritualidade que sempre são sentidas de modo inefável, indizível, sublime e epifânico...

Talvez o ponto fugaz em que ora ascendestes e ora vos encontrais – ò leitores! –, se alcançais tudo aquilo que neste âmbito vos sensibilizo e transmito.

Enquanto não pensado, consciencializado, observado ou desejado tudo vibrará numa estonteante multiplicidade de probabilidades dentro deste Divo Quantum, probabilidades, essas, balizadas por um elíptico e lemniscate vaivém polarizado entre infinitos positivos e negativos, antagonismos e binaridades. Vaivém, esse, que quando captado, discernido e colapsado pela mente dará aso a uma fusão reduzida à esfera de nossa escolha, de nosso querer e de nosso foco que, assim só, e finalmente, passará a estar capaz de poder ser experienciável e concretizável. Percebendo isto, derradeiramente, sentireis, quiçá, o sentido e significado fenomenológico de nossa ontologia e da existência como um todo...

Por outras palavras, imaginai a seguinte incontornabilidade que, mais dia menos dia, a todos sempre alcança: o que faz com que a casa que habitamos e que serve e se apresenta como nosso sagrado lar seja aquela específica e determinada e não outra?

O fato de, primeiro, a termos desejado, observado e, depois, escolhido entre inúmeras outras. Concebendo a ideia primeiramente em nossa mente e nos probabilísticos moldes em que ela, à posteriori, se revelou concreta e manifestamente existente.

Mas ela (e aqui é que está o irreproduzível e inalcançável pulo que o gato não ensina à onça), a dita casa, para assim poder ter sido uma concreta e efetiva aquisição, teve que existir, necessária e previamente, em nosso pensar e querer, e nos estimados contornos que, a jusante, se fizeram presentes e vivenciáveis. Caso contrário, não se almejando casa alguma ela jamais se faria existente...

O que diferirá isto, então, da possibilidade de se concretizar qualquer outro sonho, desejo, projeto, objetivo, empreendimento e/ou escolha seja ela qual for?…

Conseguis, por conseguinte, entender que nós, a todo o instante, interferimos na realidade em que estamos inseridos e, por ordem de razão, no triplo paradigma temporal passado-presente-futuro?...

Por isso é que entendendo na plenitude e máxima lucidez o mundo em que estamos inseridos, e todos os seus fait-divers, passamos, não só, a estar capacitados para aceder ao retrospectivo transcurso dos acontecimentos, como a possuir um poder de antecipar o que há de vir.

A realidade se nos oferece e se apresenta sempre na sua multiplicidade e infinitas versões a uma velocidade incalculável, em frações de micro milésimos de segundo, instantaneamente, portanto, e é no exato momento em que paramos para pensar, discernir e observar aquele frame, aquela particularidade, aquele enfoque, aquele fito, aquele segmento dela – da realidade, leia-se – que a sincronicidade ocorre.

E que sincronia é essa?

A de que todo o nosso devir experiencial neste mundo, a todo o tempo, se materializa num contínuo transformativo no contato com o que achamos, consideramos e escolhemos ser vivenciado.

Por um outro prisma: imaginai uma encruzilhada com a qual vos depareis, na qual sereis confrontados com dez portas que vos levarão a dez experiências e a dez destinos diferentes, e que na continuação do vosso percurso só podereis, obviamente, passar por uma delas. A decisão por aquela determinada porta, a escolha realizada, primeiro pensada, depois levada a cabo, será a realidade criada com a qual vos ireis confrontar e, por ordem de razão, experienciar. No entanto, se tiverdes a oportunidade de voltar e o poder de escolha para passardes por uma outra porta, uma nova realidade, totalmente distinta, ser-vos-á oferecida e não mais aqueloutra...

Fazemos isto o tempo todo, a todo o instante, sem perceber que esse é o deslinde de vários mistérios da vida a que não conseguimos dar resposta e que, incessantemente, buscamos, errônea e vãmente...

Perceber a amplitude e implicação deste, à partida, obscuro, desvalorizado e tão subestimado arquétipo quântico, o que ele encerra e que, inacreditavelmente, parece ser tão inacessível e incompreendido, estará à distância de um cognitivo clic, o qual, por conseguinte, passará a transformar, irreversível e radicalmente, todos os padrões comportamentais, todos os estados de espírito, todo um entendimento das coisas, toda a conexão e todo um modo de estar e viver...

A realidade será, pois, aquilo que, cada um, decide percepcionar, pensar, escolher e se engajar num emaranhado de destinos possíveis e imagináveis, emaranhado, esse, que é atomicamente debitado em espirais de expansividade, multiplicidade, causalidade e efeito, contendo toda a informação, combinações e códigos universais.

Ao vos confrontardes – e estais agora numa posição privilegiada para o fazerdes – com toda esta clarividência, tornar-se-á fácil entenderdes que, a todo o tempo, podeis interferir no vosso presente, que logo é passado e, assim, deixará de ser um provável futuro para passar a ser um novo e cíclico presente.

Confronto-vos, pois, com aquilo que eu considero ser a posse da pedra filosofal – a capacidade alquímica de podermos agir sobre os elementos do real e de seu tecido espaço-tempo, transformando-os, se assim o desejarmos, e for essa a nossa indômita vontade e querer.

De forma mais técnica, se preferirdes, pensai ainda o seguinte: se nós temos a capacidade de alterar a nossa realidade, ao fazê-lo, perceberemos, de igual modo, que, para tal, não haverá limitações temporais. Tudo passará a ser um contínuo momentâneo numa infinidade e multiplicidade de possíveis. Ora, se tudo é um contínuo e perpétuo instante, outro transformador ensinamento se extrairá a partir daí: ao revisar o passado pela perspectiva única da máxima aproximação à verdade, transmutaremos o nosso presente e interferiremos no nosso futuro – percebais as reais implicações disto?...

Face ao exposto poderemos ousar afirmar que a mecânica quântica será capaz de explicar o que é Deus e / ou a nossa origem?

Bom, se da perspectiva do observador Deus é o absoluto invólucro dentro do qual tudo se encontra;

Se não existe nada fora d’Ele;

Se Ele é uma inovação e manifestação para dentro, então Deus será a potenciação infinitesimal de entrelaces, emaranhados, interconexões, encadeamentos e multiplicidades de elos elípticos, espirais, lemniscáticos, cíclicos e sincronizados, de todas as singularidades, sintetizações e fenômenos concebíveis e verossímeis que se poderão manifestar num mecânico e incessante fluxo que vai desde o Vácuo Quântico – o Seu infinito campo de energia primordial; Ente e Lugar donde tudo emerge –, numa escala desacelerada de onda, vibração e frequência rumo à imanente e materializada concretude.

Neste processo, o Fluxo Criacionista passará pelas supercordas – plano aonde se opera a fusão da energia e da massa originária –, até à sequência física que virá a ser enxergável ao olho humano: quarks, equações atômicas entre prótons, elétrons e nêutrons, moléculas/partículas, células/compostos e, por fim, matéria/corpos.

Deste sagrado construto outros dois elementos extraordinários de reflexão e inferência resultarão:

– O de que as leis físicas não serão determinísticas, mas sim probabilísticas;

– O de que a nossa centelha será, nesta perspectiva e paradigma, a impressão individualizada, humanizada e, por essência, espiritual e senciente que emana de todo um macro processo Transcendental.

Defronte ao que vos escancaro a leitura primária que devereis extrair de um paradigma assim enxergado – e quando a questão passa por buscar a Deus –, é que, em vez de olhardes para fora e para o alto, devereis antes olhar profundo para o próprio âmago buscando-O dentro de vós, pois que toda a expansão, catarse, singularidade, epifania, o sentir e os lampejos de clarividência, tudo, rigorosamente tudo se dá e opera no plano interior, tutano e nucleal.

Uma busca do possível, mas sem quaisquer limitações...

No fundo, um supremo conhecimento de si e em si...

Não é extraordinário quando passais assim a ver as coisas?

O que pauta esta nossa mundanidade é a desproporção existente entre o relampejar do espírito e a incontornável e colossal lerdeza da matéria.

E para um homem espiritualizado o fundamento da verdade não residirá no domínio dos fatos e do palpável, mas no caráter hierofânico da sua consciência e imagética.

E a compreensão disto requer todo um estado em que essa consciência se entenda a si mesma como luz reflexiva de todo o Quantum e Espiritual Design.

                                                                                                                                            Eco

Fonte/Créditos: Juntando as peças com intelecto, cognição e lucidez impolutas

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