Enquanto os analistas globais e do resto da midia ainda debatiam a possibilidade de um ataque ao Irã, buscando desinformar e mudar um cenário imposto pela realidade, Trump fez o que líderes fracos e muitos vendidos - ou ao Globalismo ou ao eixo Russo-Chinês - nunca fizeram: enfrentou o problema. E quando agiu enfrentando o problema, não pediu desculpas, não negociou alem dos prazos com tiranos, e não procurou a aprovação da mídia progressista — ele entregou justiça com precisão cirúrgica. Foi a demonstração mais clara do que significa a doutrina conservadora da “paz pela força”.
Na era da desinformação e da frouxidão institucional, Trump mostrou ao mundo o que significa comando. Ele não apenas revelou a operação — ele assumiu total responsabilidade e convocou o Ocidente a enxergar o que as populações ao redor do mundo, manipuladas pelo stablishment, por líderes tíbios e uma imprensa venal se recusam a ver: que o mal só recua quando encontra resistência real.
Importante frusar: o bastião do terrorismo nuclear, agora está em ruínas. Fordow não era apenas mais um complexo nuclear. Era a fortaleza subterrânea construída para resistir ao impossível. O regime dos aiatolás acreditava que, dentro daquela montanha, sua maior ambição genocida estava segura. Estava errado. Trump, com o poder das Forças Armadas mais letais da Terra, transformou o “impossível” em entulho.
O apresentador conservador Sean Hannity, da FOX, baseado em uma fonte confiável, afirmou ao vivo:
“Estou sendo informado agora por uma fonte confiável que Fordow — eles acreditam que está acabada. Eles acreditam — que foi — que foi destruída.”
Tudo isso ao vivo, diretamente para o povo americano e ao mundo. Sem vazamentos.
Era mais que uma vitória tática, era um recado: os Estados Unidos de Trump não aceitam chantagem nuclear.
Trump projetou o que viria a seguir.
“Isso não pode continuar. Haverá paz ou haverá tragédia para o Irã muito maior do que os últimos oito dias.”
Esse é o tipo de confiança que só se encontra em quem conhece profundamente os valores da liberdade, da justiça e da civilização cristã-ocidental e a força da fé. Não a toa, fez questão de agradecer a Deus.
Trump resgatou aquilo que tanto incomoda, principalmente a elite globalista: a devoção. E, em um gesto que transcende a política e aponta para o destino de uma civilização, declarou:
“Quero apenas agradecer a todos e, em particular, a Deus... nós te amamos, Deus, e amamos nosso grande exército. Proteja-os.”
“Que Deus abençoe o Oriente Médio, que Deus abençoe Israel e que Deus abençoe a América.”
O que ocorreu nessa ação norte-americana foi ato de justiça moral contra um regime que há décadas desafia os valores ocidentais com sangue e mentiras.
Trump provou para aqueles que realmente querem se opor as ameaças que rondam nações, patrocinadas pela elite globalista ou pelo eixo russo-chinês que não é com discursos vazios, bravatas populistas, negociações eternas com "o inimigo" ou até mesmo discursos em conferências da ONU que se confronta o mal — é com ação, clareza e fé.
Foi um momento histórico. Um recado a ditadores, terroristas, líderes e aos povos: enquanto existirem homens dispostos a lutar de verdade, pela verdade, a liberdade nunca será vencida. Essa é a lei.