Certa vez o Dr. Enéas Carneiro disse que quando o brasileiro discutisse mais política do que futebol, o país começaria a melhorar.
Dito isso, em tempos de Copa do Mundo, eis que as discussões mais acaloradas entre amigos, as mais intensas nas redes sociais são em relação às eleições e possíveis irregularidades. Há exatos trinta dias, milhares de brasileiros ocupam as frentes dos quarteis do exército em manifestações contra a possível posse ao cargo de Presidente da República, do maior ladrão que nosso país já teve, o chefe de uma quadrilha perigosa e com ligações terroristas em toda América Latina.
Como já dizia o querido Professor Olavo de Carvalho, acusar o PT e seus asseclas de corrupção não é nada perto das acusações que realmente deveriam ser feitas. Todos eles são asseclas de ditadores, adoradores de Marx, Lenin, Stalin, Mao e Fidel Castro. Todos apoiam os regimes comunistas ditatoriais da América Latina, tais como Cuba, Venezuela, Nicarágua e Bolívia. Todos têm ligações com o restante da esquerda que está ruindo nosso continente, na Argentina, Chile, Colômbia e Peru. E o principal, todos fazem parte do Foro de SP (atualmente chamado de Grupo Puebla), organização criminosa que pretende unir os países latino-americanos em uma grande “pátria”, e que usa as FARC como seu braço narcoterrorista e financiador.

O brasileiro despertou para a política, mas ainda não acordou. O sono foi profundo. Estamos hibernando desde 1889. Na década de 60, milhões saíram às ruas contra o comunismo, em 2015 outros milhões saíram contra Dilma Rousseff (comunista), e agora, milhares saem às ruas contra a mesma quadrilha que está prestes a retornar após eleições muito estranhas.
Precisamos entender que o mal está enraizado em nosso sistema político. A República brasileira nasceu aos moldes da República francesa e não da americana. Nossas leis são um pântano podre e diabólico feitas para o establishment sempre se safar. E se atentem ao significado da palavra establishment - O termo establishment refere-se ao conjunto de forças presentes que possuem larga influência decisória dentro de uma sociedade. Estes grupos podem ser organizações, políticos, pessoas com poder aquisitivo muito alto, grupos midiáticos, religiosos e instituições não governamentais. Desta forma, relacionam-se no intuito de que seus objetivos possam ser colocados de maneira prioritária, acima das necessidades dos grupos de menor poderio, ou seja, os que não formam o establishment - https://www.infoescola.com/politica/establishment/ .
No Brasil, todo o poder NÃO emana do povo, e sim, todo o poder MAMA no povo. A única solução para o nosso país está em uma Nova Constituição e acredito fortemente que sem a volta do regime monárquico, nosso sistema jamais permitirá qualquer mudança que reequilibre nossa sociedade.
Muitos não acreditam na Monarquia, não entendem seus benefícios, olham apenas para a parte financeira, para o sustento da família real. Os britânicos gastam em torno de um euro por mês com o imposto para manter a família real, e ela gera mais lucros do eu custos para os cofres do Reino Unido. https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/quanto-custa-aos-britanicos-manter-a-familia-real-saiba-de-onde-vem-o-dinheiro/ .
A República brasileira nasceu de um golpe e qualquer movimento que tente restaurar a Coroa é um movimento legítimo, necessário e urgente para a salvação do nosso país.
O establishment cresce em progressão geométrica e muito em breve morrermos sufocados. O sistema não parará até drenar todo o nosso sangue.
Ou ficar a pátria livre ou morrer pelo Brasil.