A indústria brasileira está mal, inúmeros segmentos estão em stand bye, alguns parados de fato, como o automobilístico. Continuamos surfando na onda deixada pelo ex-presidente, contando com a inteligência e capacidade de nosso Presidente do Banco Central, Campos Neto, para segurar o quanto pode a inflação e se vangloriando, como sempre, do nosso forte agro (chamado de fascista pelo atual Presidente da República). Mas para tudo há um limite. O governo comunista do PT, capitaneado pelo ex-condenado em três instâncias judiciais (com inúmeras provas), e o Congresso brasileiro, estão afundando o país. Medidas populistas já vistas, empréstimos para países de governantes comunistas e caloteiros (desculpem o pleonasmo), projetos de lei que só aumentam a máquina estatal e endividam o país, contratação de centenas de companheiros para todo lado, nos farão quebrar rapidamente. O barco está afundando, em mais alguns meses começaremos a sentir a crise, e ela virá mais forte do que ao fim do governo da ex-guerrilheira comunista, companheira Rousseff.
É sabido por parte da população que a única maneira de um país dar certo economicamente é com um estado pequeno, em um ambiente que propiciaria as taxas de juros estarem baixas, a inflação controlada, o câmbio flutuante e assim, os empregos seriam pujantes. O Brasil faz tudo ao contrário e não há Presidente que possa mudar isso sem antes resolvermos os problemas de Brasília. A reforma política é a mais importante de todas, mas quem a fará? Os políticos? Seria como deixar as raposas cuidando do galinheiro, os reatos cuidando do queijo. Por essas e outras, não acreditem em propostas milagrosas, não acreditem em receitas de sucesso de político A ou B.
Nossa missão é cobrar, fiscalizar e apontar os erros e sacanagens de todos eles. Não temos como mudar o sistema, ele foi criado para ser indestrutível. A Constituição Socialista de 1988 nasceu para tirar o poder do povo e dá-lo à Brasília, nasceu para aceitar milhares de enxertos, as chamadas, PECs (Propostas de Emenda à Constituição), e se tornar algo cada vez mais forte. A casta pública que habita Brasília é o câncer do Brasil, nós nascemos, vivemos, trabalhamos, sofremos e morremos para mantê-los felizes, gordos, ricos e poderosos.
Como mudar isso? Repetirei algo que tenho dito há algum tempo, ENSINO. Ouvi e li isso do Professor Olavo de Carvalho por anos. A batalha será dura e muito longa. A cada ano que se passa, perdemos uns 10 no futuro. A batalha que levaria 30 anos, hoje levará 40 ou 50. Como fazer? Cada um fazendo a sua parte, começando por você mesmo, sendo um autodidata, buscando os bons livros, os clássicos. Depois disso, ajudando quem está mais próximo, filhos, parentes, amigos...
Não há alternativa, este sistema já nos engoliu. Ou acordamos, ou em breve vivaremos zumbis.
