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Terça-feira, 05 de Maio 2026
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O sadismo e o masoquismo na política brasileira.

A turma do “sem anistia”, apaniguados da Lei Rouanet, alguns políticos e altos magistrados brasileiro.

O sadismo e o masoquismo na política brasileira.
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O fenômeno do sadomasoquismo sempre estimulou a curiosidade das pessoas, principalmente dos psicólogos e dos interessados em entender o comportamento humano.

Como podem a dor e o prazer coincidir? Alguns deles chegam a sustentar que o masoquista vive suas fantasias com riquezas de detalhes e muita teatralidade, mas, ao encontrar o sofrimento real, imediatamente abandona esse comportamento. Sabemos que existem muitos masoquistas que não apenas buscam formas degradantes de dor como também as experimentam com prazer.

O masoquismo desempenhou um papel importante na Idade Média, quando grupo de flageladores percorriam cidades e aldeias, como os apaniguados da lei Rouanet fazem hoje no Brasil, com as suas turnês patrocinadas por bancos e empresas públicas, intercalando suas apresentações fazendo o L e berrando sem qualquer escrúpulo o “Sem anistia”.

O masoquista, de um modo assombroso e fantástico, enfrenta e harmoniza os maiores opostos de sua existência.

O sadismo pode ser parcialmente entendido como uma expressão do lado destrutivo do ser humano: uma expressão do âmago da sombra, do assassino dentro do indivíduo. É um traço específico no sádico encontrar a alegria na destruição.  O prazer de destruir os outros está relacionado com a autodestrutividade.

Outro componente do sadismo, tal como acontece com o psicopata é a intoxicação com o poder. Causa prazer sexual, dominar por completo o adversário, brincar com ele como o gato brinca com o rato. Nas fantasias sádicas, amarrar o adversário, condenar inocentes a pena de 17 anos de reclusão degradando-os e observar “friamente” suas reações, (ver o caso dos presos de 8 de janeiro), desempenha um papel importante. O adversário torna-se uma simples coisa com cujas reações o sádico/psicopata brinca.

Psicopatia não é doença, é uma deformação do caráter, portanto, não tem tratamento e nem tem cura. O sádico/psicopata tem que ser interditado e internado para sempre.

 

Texto livremente inspirado e adaptado de um artigo de Adolf Guggenbuhl-Craig, publicado em AO ENCONTRO DA SOMBRA.

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