O Departamento de Estado dos Estados Unidos enfim começou a responsabilizar os arquitetos do escandaloso programa “Mais Médicos”, criado no governo Dilma Rousseff, como instrumento direto de financiamento à ditadura comunista de Cuba. O cancelamento de vistos de vários petistas envolvidos, incluindo Alberto Kleiman — hoje coordenador-geral da COP30 — é o primeiro passo concreto para punir os responsáveis por uma das maiores operações de neoescravidão e lavagem de dinheiro já promovidas por um governo brasileiro.
Sob a fachada de "solidariedade internacional", o PT montou um esquema bilionário em que mais de R$1,3 bilhão dos cofres públicos foram canalizados ao regime cubano, com a intermediação da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). O detalhe sórdido: os médicos cubanos recebiam apenas 10% do valor pago pelo Brasil. Os outros 90% iam direto para os bolsos do regime dos irmãos Castro. Os profissionais sequer podiam trazer suas famílias ao Brasil, tinham seus passaportes retidos e eram permanentemente vigiados por agentes do serviço de inteligência cubano, infiltrados como médicos, diplomatas e “coordenadores” do programa.
As denúncias de que parte dos médicos nem sequer tinham formação médica de verdade foram tratadas com absoluto desprezo pelo governo petista e por seus cúmplices ideológicos ou venais, como a imprensa. O importante, para eles, era fazer a propaganda do governo local e agradar Havana, garantindo o envio de dinheiro ao regime — mesmo que isso significasse colocar em risco a saúde de milhões de brasileiros.
Essa monstruosidade foi denunciada ainda em 2013 por Jair Bolsonaro, à época deputado federal. Enquanto muitos silenciavam ou fingiam não ver, Bolsonaro apontava com clareza o caráter criminoso do programa: um acordo espúrio entre Brasília e Havana, que institucionalizou a exploração de seres humanos sob o pretexto de levar saúde aos rincões do Brasil.
Agora, os Estados Unidos reconhecem oficialmente aquilo que muitos no Brasil sempre souberam: o “Mais Médicos” foi uma operação deliberada de neoescravidão estatal, promovida por autoridades brasileiras em conluio com uma ditadura estrangeira. Pelo menos 13 indivíduos ligados à sua criação e implementação foram sancionado, incluindo a perda de vistos e a proibição de entrada em solo americano.
E a “companheira” Dilma?
Em Brasília, cresce a especulação de que a ex-guerrilheira revolucionária socialistas, que usava o codinome Wanda, a ex-presidente Dilma Rousseff, também será incluída entre os sancionados. Afinal, foi sob seu comando que o esquema foi lançado e mantido, com total conhecimento dos abusos cometidos contra os médicos cubanos.
A medida foi capitaneada pelo secretário de Estado Marco Rubio, senador republicano de origem cubana, há anos indignado com o uso de médicos como moeda de troca política. Para Rubio, não há dúvida: o Mais Médicos foi uma farsa perversa, disfarçada de programa social, cujo verdadeiro propósito era sustentar uma ditadura assassina com dinheiro do povo brasileiro e cada vez mais avançar com o plano de impor a mesma ditadura em toda América Latina.
O PT e seus aliados sempre desejaram isso — e mesmo assim, decidiram seguir adiante. Agora, começam a colher o que plantaram.