É importante ressaltar que a maioria dos médicos cubanos do programa "Mais Médicos", implementado durante o governo de Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), era composta por profissionais negros.
Esses médicos, oriundos de Cuba, foram submetidos a condições de escravidão moderna, sob a égide do regime cubano liderado por Fidel Castro e sua família. Esses profissionais eram enviados ao Brasil em voos negreiros partindo de Havana com destino a Brasília, São Paulo e outras regiões do país, incluindo áreas remotas.
No Brasil, os médicos cubanos viviam sob vigilância constante, em residências monitoradas, comparadas por alguns a "neosenzalas". Agentes da Dirección General de Inteligencia (DGI) uma espécie de KGB cubana, presentes em território brasileiro, controlavam seus deslocamentos, restringindo-os ao trajeto entre a residência e o local de trabalho.
Tal situação configurava condições análogas ao trabalho escravo, uma vez que 75% dos salários dos médicos eram remetidos ao governo cubano, restando ao profissional apenas o montante restante.
Tal situação configurava condições análogas ao trabalho escravo, uma vez que 75% dos salários dos médicos eram remetidos ao governo cubano, restando ao profissional apenas o montante restante.
Além disso, suas famílias, mantidas em Cuba sob o regime comunista, eram usadas como garantia para impedir deserções ou buscas por liberdade. Em 13 de agosto, o Brasil enfrentou sanções internacionais devido a denúncias de práticas análogas à escravidão. Membros do governo Dilma Rousseff e seus familiares foram penalizados com a revogação de seus vistos para entrada nos Estados Unidos, ficando permanentemente impedidos de ingressar naquele país. Ademais, persistem denúncias em organizações de direitos humanos, como a Organização dos Estados Americanos (OEA), e no Congresso dos Estados Unidos, que acusam o Brasil de conivência com práticas de escravidão moderna.
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