Pode-se tentar analisar o cenário sob a ótica econômica, geopolítica ou filosófica — da forma que for. Mas a verdade é simples: Bolsonaro importa. E faz parte central da equação. Se a análise não contiver menção equilibrada a ele e a tudo que o envolve, por mais técnica ou refinada que seja, estará capenga.
Você pode amar ou odiar o Bolsonaro. O analista pode amar ou odiar o Bolsonaro. Mas ignorar seu papel nesse contexto é torcida, não é análise.
Não existe forma mais simples, eficaz e barata de defender os interesses dos Estados Unidos (inclusive no que é feito aqui e que reverbera lá) do que com Bolsonaro livre e de volta à presidência do Brasil.
Quer prova? Veja a declaração de Gilmar Mendes sobre a regulamentação das redes sociais ou as falas de Lula contra o dólar — tudo isso ecoa contra os interesses americanos.
O resto é mimimi e blá-blá-blá de quem não quer enxergar o óbvio dos óbvios, como diria Olavo de Carvalho.
Bom domingo a todxs!