Marx é o protótipo do fracasso, ponto. Um sujeito que jamais trabalhou como operário, jamais produziu algo, dependia do dinheiro de um amigo, casou com mulher rica e abandonou a família em detrimento à confecção de uma obra mentirosa, usando dados econômicos com 100 anos de defasagem e criando na cabeça de pessoas tão ou mais lunáticas que ele, uma divisão criminosa na sociedade, a famosa luta do nós contra eles, usada até os dias atuais quando asseclas da doutrina marxista dividem as pessoas entre brancos x negros, gordos x magros, altos x baixos, pobres x ricos, homens x mulheres, heteros x gays, e assim por diante. Marx contribuiu e muito para a decadência ocidental, exprimindo em sua obra todo o ódio, a falta de capacidade, a falta de caráter e ética sob as quais vivia. Era um sujeitinho asqueroso, que vivia de dar opiniões em jornalecos de quinta coluna. Infelizmente, das três filhas que teve, duas se suicidaram, então vocês podem imaginar o ambiente em que essas meninas foram criadas. Ele ainda teve um filho com a empregada que atendia a sua casa na época e não reconheceu a criança, como era de se esperar. Este segredo só foi revelado após sua morte.
Em sua obra, Marx se dedicou à crítica social, tecendo verdadeiras aberrações contra governos, governantes e sistemas econômicos. Muito influenciado por seu guru, Hegel (professor de Filosofia na Universidade de Berlim), usava a dialética como forma preferida de se expressar. Seu grande inimigo era a chamada “burguesia”, que podemos traduzir como pessoas que geravam renda e emprego, que investiam em indústrias e levavam a humanidade para um outro patamar na história. O ódio era na verdade contra quem era capaz de produzir algo, deixar um legado verdadeiro, pessoas que realmente buscavam através do trabalho, evoluir.