O que está acima está abaixo.
A incessante batalha, antes de mais e, sobretudo, é energética / espiritual, nobres leitores.
E este nosso infra plano replica, em circuito perpétuo e claustro, tal supra cisma que se materializa nas mais híbridas e diversificadas formas.
E como todo o Universo Divino é frequencial e desaceleradamente expansivo – primeiro onda, depois partícula –, foi, pois, pela engenharia intáctil que a mundana sublevação se operou e opera.
Parabolizemos, metaforizemos, analogizemos e alegorizemos:
Com a expulsão do Supremo, Celestial e Angelical Reino, os anjos corrompidos, revoltosos, amotinados e, depois, caídos, relegados então para uma dimensão sita entre o Orto Deífico e a Humanidade, criaram aí uma contraforça vibracional de bloqueio e dela resolveram dar aso à malfadada interferência, manipulação e subversão neste lugar, do nosso ser e da nossa alma.
O líder da citada insurreição – o querubim Satã – de seu nome Lúcifer, pela impar luminescência que o caracterizava, mas que, desde então, se extinguiu em negro enxofre –, como retaliação à expulsão dos domínios angelicais da 8.ª e 7.ª, para a 6.ª dimensão (o reduto infernal, punitivo e de eterna quarentena), a partir duma mente (a nossa) capaz de manifestar a realidade tridimensional para a qual fora criada, o verdugo Nefarius, dizia-vos, através de nós, pois que nada conseguindo ou sabendo criar a não ser o afã de destruir, na sua espectral e aprisionada condição – ainda que não totalmente, pois que mantendo extremo poder de influência nas esferas menos vibratórias da quântica dimensionalidade –, aproveitando-se, assim, da réstia de grandeza dentro da Ordem da criação, servindo-se da Sistêmica Onda, do Design e da Estrutura Divina que, até onde seu disruptivo poder alcançou (abaixo, até à nossa), pois que já nada conseguindo fazer nos planos cimeiros, materializou, por fim, seu ódio, rebarba e vingança nesta nossa concretude e mundanidade.
Projetados, concebidos e talhados para ser Elfos e Jedis, vimo-nos transformados (não todos, ainda!) em Orc’s e Darth’s...
Não é que nós, terráqueos humanoides, desde sempre, nos tenhamos vindo a desconhecer. Sem que o percebamos temos feito tudo o que podemos e não podemos para não nos enxergarmos, replicando, assim, com mestria (é preciso bradá-lo, pungentemente) todo um diabólico modus operandi.
Tanto Satã – o Anti-Mestre da plutocracia humana – como o Homem se escondem e se escudam em tais ímpias práticas porque, no fundo, sentem uma mimética vergonha, culpa e raiva narcísica em se revelar, principalmente, em sua inveja, traição, frustração, vício, fracasso e pusilanimidade.
A dita interferência materializou-se – o “trabalho sujo” fora então intermediado e executado, ao que parece, e a julgar pelas gravuras e cuneiformes informações das Tábuas Sumérias, pelos primeiros seres corporizados que aqui surgiram e “desceram”: os Anunaquis – materializou-se, dizia-vos, em múltiplos níveis: primeiro, ao nível do DNA e da manipulação molecular da água. Além de nos sabotar, cromossomicamente, Lúcifer e seus acólitos deram um jeito de fazer com que os filhos de Anu introduzissem um isótopo no composto molecular da nossa água potável para acelerar, vertiginosamente, nosso envelhecimento físico.
A outro nível – muito, também, pela contaminação da água potável, mas não só –, a manipulação incidiu sobre a calcificação/atrofiamento constante de nossa glândula pineal que escuda a centelha de Deus em cada um de nós. Desde sempre, desde o primeiro protótipo, os demônios a tentam destruir visando romper a nossa ligação espiritual ao Criador. Têm, de fato, empedernindo-a, provocando uma crônica interferência nos efeitos de sua potenciação (as evidências e constatações disso nas zumbificadas pessoas pululam à nossa volta por aonde quer vamos ou estejamos), mas jamais capazes de destruí-la por completo – a centelha, leia-se – pois que ela não tem existência física ou localizável. Trata-se de uma Deífica tecnologia a que ninguém tem ou terá pleno acesso (o que explicará, quiçá, o fato de algumas almas penadas, como este que aqui pondera e perambula, estarem ainda em condição de oracular deste modo viajando no tempo e no espaço da irrestrita Consciência Mater)...
Outras manigâncias de manipulação e de desvirtuamento espiritual foram perpetradas via ilusionismos em forma de triangulações e dialéticas de fissuração, falaciosos sistemas de crença, truques de linguagem e linguística, propaganda, ideologias, todo o tipo de condicionamentos, sugestionamentos e inserção de códigos de moralidade invertida e subversiva. Baal e Moloch, os também caídos e armados braços direito e esquerdo do irascível Lúcifer, todos irremediavelmente banidos por Deus, potencializaram a corrupção humana cruzando os desvirtuados protótipos, homens e mulheres, de modo a criar a prole que viria a transformar-se nas El-ites, castas e potestades que nos liderariam (e lideram), essas mesmas que têm perpetuado a guerra espiritual contra a Criação replicando-a, ad-nauseam, neste nosso plano.
Quereis nomes?
Ainda que já revelados neste espaço, mais precisamente no artigo anterior, não me custará, pois, recapitulá-lo: o nefasto projeto-piloto foi implementado quando a nossa adâmica origem se organizou, civilizacionalmente, sob a nomenclatura e égide Sumério-Acadiana. Desde então, o que temos vindo a assistir são réplicas e réplicas dos mesmos padrões algorítmicos, estrategicamente geolocalizados e multipolares para “tudo abocanhar”, com passagens de testemunho e linhagem ao longo dum continuum devir, pautando, assim, toda a nossa turbulenta, babélica e sofrida história.
Repeti-lo-ei quantas vezes se fizerem necessárias:
Fomos e somos tragados por um jogo dialético de magia negra e dominação: dum lado o culto faraônico /saturnino-cesarista / templário / veneziano / maçônico a Baal, do outro um culto babilônico / talmúdico-cabalístico / jesuítico a Moloch. A ligá-los, pelo dorso, toda uma islâmica, vaticana, helvética e negra realeza nobiliárquica. No fim das contas a adoração e idolatria a uma coisa só: Lúcifer.
O tinhoso desiderato revelou-se, pois, exitoso e rejubila até hoje: aos períodos de ordem seguir-se-iam períodos de desintegração e deformação da realidade, perpetrados pelos próprios humanos contra os seus, ou seja, contra si mesmos, ó pobres demonizadas e desorientadas criaturas! Uma nababa e luciférica minoria de líderes da vez contra toda uma sistêmica legião de escravos, incautos e ludibriados. Tudo se resumindo, no fundo, a uma teomania que o ranço satânico e sua cisma mórbida contra Deus legou nas nossas lideranças.
Os derradeiros implantes algorítmicos introduzidos na nossa concepção foram: a profusão de códigos linguísticos diferenciados como óbice à comunicação, concertação, entendimento, liame e união – a primeira das segregações. Sucedeu-se o livre arbítrio (lembram-se dum texto anterior deste signatário?) que marcou o nascimento do nosso pecado original e o primogênito dos crimes de falsa-bandeira da humanidade – criando-se uma disrupção interna (vontade própria), aparentando ser externa (perpetrada e aventada por outrem – “Ah, foi Deus que assim nos criou!”), para se passar a exercer o monopólio da ação a ser reclamada e cobrada, sempre a seu favor e no direcionamento que melhor atenda a todos os seus vis escopos...
A última das inserções foi uma imperativa exigência e condição assente no permanente sacrifício humano como culto e adoração ao destruidor mor: quer pela exploração crua e dura, quer pela morte física (de almas e mentes) de todas as formas possíveis e imaginárias, conhecidas de todos, e com as quais, desde sempre, temos convivido: ódio, inveja, escravidão, falsos sistemas de crenças, dissonantes e enviesadas ideologias, conflito e guerra incessante, doenças, sodomia, luxúria e um usurário sistema especulativo-financeiro assente, não no real dinheiro, prata ou ouro, mas na dívida fracionária e juros compostos...
Em vez dum lugar de expansividade vital ilimitada e de longevidade física plena, uma senzala reencarnatória reducionista e autofágica – eis este nosso mundo que, danadamente, jaz no maligno. Uma prisão, um sistema agrilhoante e retroalimentado, um fractal reduto demoníaco e piramidal, ou não fosse esta última geometria, também ela, indevidamente apropriada, conspurcada e adulterada da Trina e Virtuosa Geometria Crística...
É, portanto, neste Anti-Espírito que aqui têm surgido toda a sorte de tribos, reinados, impérios, religiões, agremiações secretas e iniciáticas, estados, nações, organizações e formas de governo, regimes, de sistemas políticos, ideológicos e financeiros, organizações, agências, clubes, tratados, uniões, corporações, fóruns, federações, filantropismos & todas as máfias, submundos e estados paralelos..., todos servindo a um impostor Demiurgo, a um falso Messias, a um Não-Deus.
O nuclear, macabro e teatral enlace gira em torno da dialética dos aparentes contrários e da triangulação ajustada à nossa dimensão de ser, estar, enxergar, inteligir e operar: os vértices inferiores (o campo dinâmico e pendular da ação e dos eventos) sempre controlados, articulados e supervisionados por um vértice superior e pinacular. Nos infra vértices criam-se duas ou mais situações, alegada e ilusoriamente, oponentes / contrastantes que irão se antagonizar, digladiar e se destruir mutuamente para que uma síntese das duas – uma outra solução – desponte, seja implantada e aceite, solução, essa, já previamente pensada, planejada e calculada pelo cimeiro e flamejante Olho, controlador, fomentador e falso pacificador do agito. O império ungido da vez fará, assim, o tenebroso serviço até ser substituído por outro, ou destruído, até, se assim se fizer necessário, ad infinitum...
Isto, se imaginarmos um triângulo. No específico caso da pirâmide, tão adorada e louvada em nossas sociedades, tal mefistofélica articulação já será feita a partir dum ortocentro – nossas duas últimas grandes e militarizadas guerras à escala mundial (e “fujamos para as montanhas que aí virão mais”) são autoexplicativas e genuínos manuais postos em prática de todo este orto-dialético paradigma. O que delas (das ditas guerras) derivou até à nossa vigente situação é a verdadeira história da humanidade que nos escondem e não nos contam num continuado processo multigeracional em forma de demoníacos impérios, monarquias, feudos, principados, califados, dinastias, oligarquias, teocracias, estados, repúblicas, democracias, etc...
Sempre nos ofertando mentiras e não revelando as verdades.
Sempre ofertando ignorância e guardando o verdadeiro conhecimento.
Sempre rompendo com a harmonia, a ordem, com a natureza dos entes e das coisas, com a estética e com a ética, nos dando a disrupção, o bizarro, o bisonho, a feiura, a imoralidade e a barbárie.
Anotai na lápide: o zeitgeist em nosso Reino é um ocluso e sistêmico mecanismo em torno de um milenarismo cabalístico-talmúdico que, em perpétuo retorno, resgata as arquetípicas origens diabólicas materializadas neste agrilhoante anel (gélido e antártico) sob a qual tudo está envolto, contido e se encerra num vórtice de fugazes e evanescentes prazeres/êxtases/sortilégios (para uns poucos mais afortunados, para a maioria nem isso), mas todos cilindrados, certamente, por sofrimentos, angústias, dores, perdas até à inescapável morte…
Eco
Fonte/Créditos: Juntando as peças com cognição inviolável e lucidez impoluta