O show de Lulu Santos que ocorreria neste sábado, 11, foi cancelado por falta de público, segundo o colunista Ney Lopes. A produtora, no entanto, afirmou em nota que o cancelamento foi devido à morte do proprietário da empresa.
"É com pesar que comunicamos o cancelamento do show do dia 18/11/2023, no AM Master Hall, em Criciúma - Santa Catarina, devido ao falecimento do senhor Joelson Mendes Medeiros (Xororó), parceiro da X9 promoções.", diz trecho da nota da X9 Promoções.
Já o colunista Ney Lopes, da NDTV, afirma que "a pouca procura por ingressos assustou os organizadores, que acharam melhor o seu cancelamento". Ou seja, o show teria sido cancelado porque não tinha público.
Ney também falou sobre motivo das pessoas não aderirem ao evento.
"O posicionamento do artista em defesa do atual poder político no país foi um dos motivos do público perder o interesse pelo show", afirmou o colunista.
Fato é que Lulu não é o primeiro e nem será o último.
Em novembro do ano passado, pouco depois das eleições, os frutos dos ataques ao público começaram a surgir. O cantor Paulo Ricardo reclamou de boicote.
"A gente não tinha essa cultura de haters, isso é muito recente. [...] não é a censura que nós vivenciamos nos anos sessenta e setenta, aquela coisa do 'Cálice' do Chico substituir palavras, inventar um codinome, mas é uma censura político-econômica, é censura da grana", disse Paulo à época.
Perceba que ele não entendeu nada. O cantor fala em cultura de haters... Ora, ora! O que os artistas fizeram com seus fãs que não aplaudem a esquerda senão despejar desprezo total?
E mais, Paulo fala que não vivenciamos uma censura de expressão, mas político-econômica. Ele não se dá conta de que o seu público sofre os dois, no caso a censura e o sufocamento econômico. Já ele e seus "parças" apenas recebem como troco o boicote de um povo oprimido pelas forças políticas que ele idolatra.
Xuxa foi outra que em 2022 se recusou a tirar foto com uma fã porque ela era eleitora de Bolsonaro. Em 2023, veio a resposta merecida. Não só pelas agressões às pessoas que estão do outro lado de sua escolha política, mas por tudo que ela fez a população engolir goela abaixo.
O filme Uma Fada Veio Me Visitar foi um fracasso. E advinha a quem foi atribuída a culpa? Aos bolsonaristas(leia-se qualquer pessoa que não compactua com a esquerda).
Luiza Sonza também teve show cancelado por falta de público. Já Lázaro Ramos partiu para cima dos bolsonaristas(lembrando: assim chamam todos que não aplaudem a esquerda). Antes mesmo de saber como será aceitação de seu filme que será lançado, ainda este mês, Lázaro soltou o veneno após a campanha de boicote feita por pessoas comuns nas redes sociais.
“Boicote. Essa gente ‘o ó’ desse governo que estava aí, gente péssima, horrorosa”, afirmou Ramos durante podcast esquerdista", disse o ator durante entrevista a podcast esquerdista.
Fato é que artistas brasileiros acham que o público precisa deles para viver. Qualidade baixa, entrega ruim, ingressos caros e produções que vão contra os valores da população são algumas características de quem vive do capitalismo bancado por um público que na visão deles(classe artística) só tem direito de aplaudir.
Que a cultura brasileira é quase em sua totalidade ocupada por pessoas de esquerda não há o que discutir. Contudo, embora cantores, atores e artistas em geral tenham influenciado muita gente ao longo de décadas, isso não garante a lobotomização total do público.
Acontece que por falta de opção, boa parte da população tolerava o posicionamento pessoal de muitos famosos, embora continuasse consumindo e contribuindo para a manutenção de suas carreiras. Contudo, apesar de tolerância ser uma palavra que está na moda, não é praticada por todos, em especial para quem a propaga demasiadamente.
Quando houve a quebra da espiral do silêncio que fez com que a direita se levantasse e expusesse seu modo de ver o mundo, a classe artística tirou sua atraente máscara veneziana e revelou sua face cheia de ódio a tudo e todos que estejam marchando com a bandeira woke.
Nessa queda de braço, por ora, o público está mostrando quem precisa de quem.