Quem acha que o comportamento dos laboratórios durante a crise sanitária é novidade, sabe de nada inocente!
O livro Medicamentos Mortais e Crime Organizado, de Peter C. G∅tzsche, traz relatos absurdos de violência contra seres humanos em nome de uma suposta ciência, de um suposto bem, de uma suposta saúde que tinham como único fim, dinheiro e poder.
O livro é todo recheado de eventos similares aos que aconteceram recentemente e em muitos casos envolvem muitos atores que estiveram presentes no cenário pandêmico recente.
"Em 2012, a Pfizer concordou em pagar 60 milhões de dólares para uma investigação federal dos EUA sobre suborno no estrangeiro. A Pfizer não foi acusada de subornar apenas médicos, mas também administradores de hospital e reguladores de medicamentos em diversos países na Europa e na Ásia."
Talvez um dia vejamos uma nova edição do livro contendo os absurdos que ocorreram na crise sanitária da Covid. Certamente haverá pelo menos um capítulo só sobre o Brasil.
A pandemia foi um experimento social que mostrou, no mínimo, como uma pitada de pânico e de propaganda pode transformar a maior parcela da humanidade em zumbis histéricos.
Seres humanos acostumados com o descaso, mas que no desespero são capazes de acreditar que o Estado se preocupa com a população e quer cuidar do bem-estar da sociedade.
O Brasil é um exemplo excelente. Um país em que políticos matam pessoas diariamente, por meio do da corrupção que rouba dinheiro da Saúde, sem nenhum pudor. Esse mesmo povo que muitas vezes não tem máscara para fazer nebulização nos hospitais acredita que políticos se reuniram e queriam cuidar de sua saúde.
Existe uma corja no Brasil que fala de educação como se esta fosse um deus, uma panaceia que resolveria todos os problemas do país. Para estes embusteiros, grana e ideologia marxista são o motor de partida para dar o tranco na revolução.
A questão é que a educação que eles pregam nada tem a ver com conhecimento, com desenvolvimento cognitivo, com capacidade de desenvolver conclusões lógicas. A tal educação marxista não desperta curiosidade, mas faz com que as pessoas neguem a verdade enquanto chamam os outros de negacionistas.
Zumbis produzidos em laboratórios, criaturas fracas moral, espiritual, intelectual e emocionalmente. Outro trecho do livro revela exemplo de como esta geração foi e continua sendo fabricada.
"Promover medicamentos de que as pessoas não necessitam é um negócio altamente lucrativo, em especial quando os medicamentos afetam funções do cérebro. A Roche promoveu o Valium(diazepam) até tornar-se o medicamento mais vendido no mundo, embora muitas indicações para seu uso fossem bastante duvidosas e o preço por atacado fosse 25 vezes o preço do ouro", diz o trecho.
Enquanto a educação forma pessoas débeis e agressivas a propaganda entrega tudo mastigado para fomentar a indústria de néscios. Dar a alguém, que sempre comeu lavagem, um prato de lavagem fresca a fará pensar que sabe o que é bom.02:37
O livro Medicamentos Mortais e Crime Organizado, de Peter C. G∅tzsche, traz relatos absurdos de violência contra seres humanos em nome de uma suposta ciência, de um suposto bem, de uma suposta saúde que tinham como único fim, dinheiro e poder.
O livro é todo recheado de eventos similares aos que aconteceram recentemente e em muitos casos envolvem muitos atores que estiveram presentes no cenário pandêmico recente.
"Em 2012, a Pfizer concordou em pagar 60 milhões de dólares para uma investigação federal dos EUA sobre suborno no estrangeiro. A Pfizer não foi acusada de subornar apenas médicos, mas também administradores de hospital e reguladores de medicamentos em diversos países na Europa e na Ásia."
Talvez um dia vejamos uma nova edição do livro contendo os absurdos que ocorreram na crise sanitária da Covid. Certamente haverá pelo menos um capítulo só sobre o Brasil.
A pandemia foi um experimento social que mostrou, no mínimo, como uma pitada de pânico e de propaganda pode transformar a maior parcela da humanidade em zumbis histéricos.
Seres humanos acostumados com o descaso, mas que no desespero são capazes de acreditar que o Estado se preocupa com a população e quer cuidar do bem-estar da sociedade.
O Brasil é um exemplo excelente. Um país em que políticos matam pessoas diariamente, por meio do da corrupção que rouba dinheiro da Saúde, sem nenhum pudor. Esse mesmo povo que muitas vezes não tem máscara para fazer nebulização nos hospitais acredita que políticos se reuniram e queriam cuidar de sua saúde.
Existe uma corja no Brasil que fala de educação como se esta fosse um deus, uma panaceia que resolveria todos os problemas do país. Para estes embusteiros, grana e ideologia marxista são o motor de partida para dar o tranco na revolução.
A questão é que a educação que eles pregam nada tem a ver com conhecimento, com desenvolvimento cognitivo, com capacidade de desenvolver conclusões lógicas. A tal educação marxista não desperta curiosidade, mas faz com que as pessoas neguem a verdade enquanto chamam os outros de negacionistas.
Zumbis produzidos em laboratórios, criaturas fracas moral, espiritual, intelectual e emocionalmente. Outro trecho do livro revela exemplo de como esta geração foi e continua sendo fabricada.
"Promover medicamentos de que as pessoas não necessitam é um negócio altamente lucrativo, em especial quando os medicamentos afetam funções do cérebro. A Roche promoveu o Valium(diazepam) até tornar-se o medicamento mais vendido no mundo, embora muitas indicações para seu uso fossem bastante duvidosas e o preço por atacado fosse 25 vezes o preço do ouro", diz o trecho.
Enquanto a educação forma pessoas débeis e agressivas a propaganda entrega tudo mastigado para fomentar a indústria de néscios. Dar a alguém, que sempre comeu lavagem, um prato de lavagem fresca a fará pensar que sabe o que é bom.02:37
Créditos (Imagem de capa): depositphotos
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