Dia 25 é Natal. No século IV dC foi reconhecido como evento cristão pelo Papa Júlio I, oficializando uma festa historicamente pagã, como reverência cristã ao nascimento de Jesus. Há até mesmo discordâncias quanto à data corresponder aos fatos, mas isso não compromete, sequer obscurece, o evento como um dos maiores -senão o maior- acontecimento da história da Humanidade.
Ao longo dos anos, a comemoração do Natal veio se transformando e, hoje, de certa forma, pouco representa em termos de reverência espiritual ao maior líder da Cristandade.
O que deveria ser um evento repleto de espiritualidade, de adoração e reverência a Jesus Cristo, e uma magistral oportunidade de mudança( renascimento) em nosso modo de pensar e agir, transformou-se, essa é a verdade, num festejo em que o menos homenageado( ignorado, inclusive), é o próprio.
Nada surpreendente quando se observa o quanto materialistas nos tornamos, decidindo deliberadamente, inclusive, " eliminar Cristo" ou tudo o que O lembre e represente, de todos os lugares que frequentamos.
Ser cristão verdadeiro é viver as 24 horas do dia segundo a Sua vontade expressa nas Sagradas Escrituras. Não basta nos considerarmos cristãos, simplesmente. Temos de viver a essência do cristianismo em nosso dia à dia, sabendo que isso significa, muitas das vezes, ir contra os desejos do nosso coração.
Chega do proceder farisaico, hipócrita. A porta de acesso ao Criador pelo verdadeiro cristão, é estreita. Larga é a disponível aos indiferentes, infiéis e pecadores. A escolha sempre será nossa. Por isso o próprio Criador nos concedeu o livre arbítrio. Inclusive para ignorá-Lo ou, até mesmo, sequer reconhecê-Lo como o Pai da Criação.
O texto acima expressa a visão de quem o escreveu, não necessariamente a de nosso portal.