Já aqui aludi e versei sobre caos, numa outra ocasião e artigo, mas estou em crer que por muitos não fui, quiçá, devidamente compreendido (ou não tivera a arte e o engenho do dissertar devidamente).
Tentemos de um outro modo e viés...
E não desdenheis do assunto ou vos ponhais a assobiar, soberbamente, para o lado, pois que caos & ordem não é somente o estrutural binômio de nossa realidade espiritual, física e natural, mas o é, também, de nossa concretude psicológica, sociológica e civilizacional.
Quem, portanto, maneja tal fundamento alicerçador e medular (no primeiro caso, a Divina Transcendência e Suas quânticas leis, frequências e expressões, e, no segundo, os luciferianos arquitetos, construtores e controladores terrenos) manejará tudo o resto.
Sim!
As castas que regem o mundo dos Homens que o digam, pois que o laureiam (é sua predileção e sortilégio) e utilizam-no ad-nauseam na engenharia mental, social, educacional, religiosa e cultural que, atemporalmente, lhes tem permitido conduzir, manipular e condicionar todo o tipo de alma, coração e mente, mesmo as mais distintas, nobres e capazes.
Este nosso mundo que jaz perdida, danada e arrebatadoramente no maligno, que se vê em crise, guerra, tensão, dor, doença, sofrimento e escassez permanente é ou não um culto exasperante ao caos que faz o homem-massa ansiar e suplicar, a todo o tempo, por constantes ordenamentos e redenções?
Pois, então!
É aqui que quero que chegueis.
Segui o fio:
O busílis a compreender é que o foco não deverá incidir sobre o caos em si, qualquer que seja e se apresente, mas sobre os padrões que se geram e se auto-organizam a partir dele.
Não é o caos que interessa ou importa, mas a ordem que dele emerge – entendei-o em definitivo, por favor!
E quem, com impar astúcia e mestria, maneja o caos neste mundo conduzindo / levando as mentes a acreditar, sentir, fazer, aceitar, outorgar e sabatinar todo o tipo de aberrantes ideias, narrativas, modismos, falsos credos, dogmas enredantes e / ou a abraçar esta ou aquela farsante personagem política (qual fome com a vontade de comer), instigando e forçando, desse modo, uma auto-organização e pseudo apaziguamento rumo a uma (já pré-determinada) nova ordem?
Quando o caos fomentado e a ordem gerada atingem um tênue grau de equilíbrio surge aquilo que se denomina de borda de caos – uma interseção de equilíbrio sempre crítico, delicado e frágil.
Nossa psique, por excelência, opera com tais titubeantes equilíbrios e sempre em tais registros – no fio da navalha, sempre!
A todo o momento se vendo grega para se auto-organizar em meio às incessantes mudanças e adaptações com que se depara, e na tentativa de sobreviver às constantes, desequilibradoras, dissonantes e desagregadoras moléstias e ataques de que é alvo.
E o Clube de Saturno ou a Sinagoga de Satanás (se preferirem) sabe de tudo isto ou não tivesse sido ele/ela a interferir, a desformatar a divina/sagrada essência e a formatar sob seus torpes desígnios a raça adâmica (nós) ao mais diabólico e ínfimo pormenor.
E é aqui que entram as entrópicas, teatrais, ardilosas, ilusórias e profusas cenouras de burro e banhas da cobra (as dialéticas no linguajar filosófico e erudito) que se desdobram e ressoam em infinitos caos & ordens…
As potestades são aficionadas por nos deixar, primeiro, num exasperante caos aguardando sordidamente, em seus nababos camarotes, que equilíbrios titubeantes se auto-gerem entre nós, deixando-nos entregues a uma crescente e escalar entropia (nesta nossa era moderna, e acima de tudo, a dita entropia é propagandística e contra-informacional), para depois – conosco já incapazes, aterrorizados, atarantados, apáticos, moribundos, alienados, adoecidos, fragilizados, incapazes de identificar o mal, de distinguir o mal do bem, padecendo duma incurável e severa Síndrome de Estocolmo, incapazes de entender que não há governantes bons e / ou maus, mas que estão todos juntos, eleitos e oposição, servindo aos mesmos senhores. Que são, a dedo, selecionados por estes para desempenhar um role-playing de alternância e oposição controlada para que o povo creia que tem algum poder de escolha no truque democrático. E que o real e voraz jogo é, única e exclusivamente, contra nós – para depois, dizia, no frigir dos ovos, nos ofertar uma ansiada, nova e miraculosa solução (ordem), por nós suplicada e rogada, mas por elas já previamente planejada / antecipada / costurada e que sempre vai de encontro aos seus ímpios intentos.
Ele é caos – Revolução Francesa, Americana, Russa e instauração de Repúblicas.
Ele é caos – Federal Reserve e Bancos Centrais.
Ele é caos – ONU e Estado Sionista no Médio Oriente.
Ele é caos – Revolução Sexual.
Ele é caos (11-09) – Invasão do Iraque e Afeganistão, e supressão globalizada de direitos, liberdades e garantias individuais.
Ele é caos – 4.ª Revolução Industrial e Tecnológica.
Ele é caos – “Vachinação” Compulsória e Passaporte Sanitário.
Ele é caos – Great Reset.
Ele é caos – Agenda 2030.
Uns meros, ilustrativos e hodiernos exemplos en passant...
Assim a humanidade tem sido pautada e controlada, e assim sempre será – pelo induzido e incessante caos...
Como contornar tamanha monstruosidade ou mitigar seus efeitos?
Individualmente, tão só!
Entendendo, nessa solipsista condição, a negra e tinhosa mecânica descrita e, em tal nível de consciência, destreza e ousadia, estar disposto a aceitar o alto preço a pagar: ver-se relegado a um incontornável isolamento, ostracismo e obscuridade – o destino final de qualquer sábio, clarividente, asceta ou onisciente que se preze.
O infesto coletivismo, por seu turno, resultante deste culto babélico sempre está fadado à mesma sina e karma.
Começa por perder a conjunta e ampla visão do horizonte, toda a verticalização espiritual e a luminosidade natural que poderia emanar e se escudar se cada um, por si só, compreendesse na plenitude todo o processo e se se mantivesse na embarcação donde é compelida/induzida a pular na água.
Nesta, e já imergindo, se vê estreitar o foco de sua lanterna mental (discernimento e lucidez), afundando rumo às abissais profundezas, e tomando cada vez mais a fração do que vai vendo, nesse afundamento (despersonalização e alienação), pelo todo existencial que, porventura, observaria da vasta vista do barco se nele tivesse permanecido.
Em pouco tempo o que sobrará à falange de afogados é ver-se deambulando pelas vagas se transformando em comida de peixe grande...
E aqueles poucos que ainda resistem em ficar no barco na vã e amedrontada esperança de sobreviver, mas que influenciados, a todo o tempo, pelas inúmeras, fracionadas e defasadas imagens que a turba afundada envia de suas estreitas faixas de realidade, acabarão, também eles, por sugestão, condicionamento e mimetismo, sucumbir e mergulhar...
Só, portanto, uma seleta e ilustre minoria, individualmente, se mostrará capaz de discernir que a melhor escolha sempre passará por não embarcar.
Por permanecer antes no farol para, assim, e de lá, receber todos os informes do que se passa do maior número de embarcações possíveis (holístico conhecimento) para estudá-los, concatená-los e escalpelizá-los.
E é balizando e orientando seu faixo a partir de tal bitola, na melhor e mais otimizada direção, que enxergará todo o oceano, suas regras, perigos e artimanhas...
E é assim, também, e por fim, que se poderá ver na condição de transmitir (a todos que quiserem e o desejarem) as reais e transformadoras verdades (sumas de realogia) sobre ele – o vasto oceano que nos enreda – que passou a adquirir, e que julga de suprema importância ressoar, projetar e expandir...
Eco
Fonte/Créditos: Juntando as Peças com Intelecto, Lucidez e Cognição Impoluta