BATEU O DESespero
OU SERIA: BATEU O DESESPERO?
No meio de tantas notícias, afirmações, recados, entrevistas e opiniões, há algo soberano. Algo que se impõe, gostem ou não: a realidade.
E a realidade é aquela que nós, da direita — conservadores, bolsonaristas, taxistas, “extremistas”, “genocidas” e “facistas” (como gostam de nos rotular) — estamos apontando há muito tempo.
A realidade que se impõe vai muito além de a imprensa finalmente perceber que censura nas redes é censura à própria imprensa.
Talvez isso tenha sido o gatilho. Ou talvez tenha sido a senha para que a realidade começasse a ser desmontada por aqueles que, até agora, em sua maioria, celebravam a vitória orwelliana da democracia.
Se guerra é paz, liberdade é escravidão e ignorância é força, então a “vitória da democracia” é, na verdade, a vitória do autoritarismo. Ou, se preferirem, a derrota da democracia.
Fato é que, com a realidade se impondo, Trump não está brincando.
E qual é o objetivo de Trump? Muita gente ainda discute algo que estava lá, cristalino, na primeira carta postada por ele: a caça às bruxas contra Jair Bolsonaro, seus familiares e apoiadores, em nome da liberdade de expressão.
Mas isso tudo parece não fazer sentido para alguns, que insistem em questionar o óbvio — talvez para tentar enxergar algo “por trás” de tudo isso.
Ora, sejamos objetivos, práticos e lógicos: não há nada por trás que não esteja bem à frente.
O que Trump declara significa MAGA. Significa força, poder, Estados Unidos fortes! E é exatamente isso que incomoda tanto aqueles que nunca brincaram de democracia.
Essa turma da "demogracinha" vigente no Brasil vê tudo isso como um absurdo. Tentam, o tempo todo, desqualificar, distorcer, pinçar declarações para sustentar um antiamericanismo mofado dos anos 60 — que ainda encontra eco na cabeça de alguns brasileiros mais incautos.
Permita-me ser repetitivo: Trump não está para brincadeira. Ele sabe que lutar pela liberdade de expressão e contra a perseguição a um homem livre — que se recusa a ser servil aos projetos globalistas e russo-chineses — é lutar por MAGA.
Jair Bolsonaro, como Bukele, Milei e Giorgia Meloni, são MAGA.
Porque uma América forte e livre significa um mundo menos tolerante com ditadores. E, dessa forma, os problemas do Brasil poderiam finalmente ser enfrentados: gerar mais renda, mais empregos, explorar nossas riquezas em benefício do povo, reduzir a burocracia, diminuir o tamanho do Estado... tudo aquilo que já sabemos.
E é aí que está o grande nó tático de Donald Trump para um Brasil que insiste em existir.
Não se trata apenas de Lula. Não se trata só da esquerda radical com seus vínculos obscuros. Trata-se de toda uma elite que sempre se beneficiou da confusão política para subjugar o povo brasileiro.
Portanto, bateu o desespero!