Depois do escândalo provocado por usar um avião da FAB para assistir uma partida de futebol, ocasionando a exoneração de sua assessora por questões raciais, a ministra da igualdade racial, Anielle Franco, pautou o debate público negativamente para variar, após dizer que a palavra "buraco negro" é uma expressão racista.
Esse discurso linguístico, está longe de ser uma idiotice, pode até parecer, mas não é. A esquerda continua a segregar a população em todas as frentes possível.
Inventar origens racistas para palavras é um grande mercado nos dias de hoje.
Inventar que uma palavra é racista e, como diz a ministra, interpelar os outros com base nisso é uma estrutura de poder autoritária que já está estabelecida nas empresas e no debate público. Ao inventar que a palavra é maléfica, se torna possível inferir que o interlocutor tem intenções malignas. Assim as pessoas são caladas e dominadas.
Diante desta loucura, podemos num futuro bem próximo, estarmos restritos em usar palavras como: lista negra, magia negra, ovelha negra e tantas outras palavras que usamos em nosso dia a dia, que nada tem haver com a questão do homem ou da mulher negra.
No entanto, temos palavras que elevam a cor preta, mas não são mencionadas como palavra sensível, cartão black por exemplo, que é um cartão com limite de crédito alto, não é usada como referência pela ministra, mostrando uma total seletividade em seus julgamentos.
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