O primo significado e origem da palavra ISRAEL é 66,5 % egípcia e 33,5 % canaanita.
Mas não vos iludais com tal partição, pois que a porcentagem total resulta e pertence a uma e mesma coisa...
Depois adveio o ISRAEL bíblico, mas tudo “contas de um mesmo rosário”, também...
Descortinando, entretanto, a dita partição em apreço dir-vos-ei que se trata da anagrâmica combinação de dois deuses egípcios e um canaanita: Is (Isis representa o espírito virgem, a fertilidade, o feminino); Ra (Ra representa o sol que fertiliza e ilumina a mente, o polo masculino, portanto). Da união dos dois (espírito e mente) surge a divindade El (o poder divino que vem de dentro; de si mesmo).
Fruto, pois, duma anagrâmica triangulação – sempre ela...
Restar-nos-á saber, só, de que “natureza, essência, índole e qualidade” tal composta divindade seria (ou deveria ser) essa ao assim ser conceptualizada?
Os gregos, mais tarde, epitetaram-na de Prometeica...
Antes, Enoque havia-a batizado de Luciferiana...
As sociedades iniciáticas fundiram-nas no seu G...
E aqui chegamos, e aqui estamos, sob o jugo desta charada, mosaicismo e xadrez talmúdico...
Canaã, berço de Sumérios, Acádios, Assírios, Babilônios e Persas, fora a região que hoje corresponde ao atual Estado de Israel, à Palestina, Jordânia, Síria, Líbano, Iraque, Irão e parte da Turquia. Ou seja, uma congregação de judeus de todos os espectros e filigranas, filisteus, sarracenos, arábicos e frígios-otomanos, sem olvidar, por óbvio, os hebreus (que não judeus, por sinal), classificados, mais tarde, e de modo mais simplificado, em cristãos, judeus e árabes – os chamados povos semitas.
Faz-se mister fazer aqui, desde já, um imperioso parênteses: O que faz, de fato e a rigor, então, uma pessoa vir a poder ser um “anti-semita”?
Vir a manifestar, gratuitamente, todo um preconceito, ofensa, agressão, hostilidade e / ou descriminação contra QUAISQUER destes povos e não contra, SOMENTE, um deles – certo?!
Mas o que é que nós vemos acontecer todo o santo dia e noite relativamente a esta “problemática”?...
“Ah! Mas, e os terroristas?”
Os terroristas têm sido, estrategicamente, criados, formados e treinados pela “problemática”, assim como todos os atos de bandeira-falsa...
E têm sido tantos e tão convenientes...
Tal como os danos colaterais e a morte de tantos inocentes de todos os espectros da cisma criada...
Será que grande parte das pessoas de todos os quadrantes, qualidades e intelectos ainda não juntaram o tico e o teco e discerniram que os atos de terrorismo islâmico só tiveram inicio, precisamente, a partir de 1948?
Que antes não havia notícia de tais atrocidades e que os sicários sarracenos e mouriscos, lá desde as invasões do norte de África e sul da Europa, nos idos anos de 700 d.c., até à primeira metade do século XX, “não deram qualquer ar de sua graça”?
Mais de um milênio!?!?
Será que hibernaram?...
Não! Óbvio que não!
Somente são, como sempre foram, a ponta da lança; a arma de arremesso; o navio quebra-gelo; a justificativa-para; a malvadona ideia amassada de manobra...
Retornando, os cananeus em sua formação foram o resultado, por sua vez, de povos originários do Cáucaso e largas adjacências, ou seja, daquilo que se tornou Rússia, Ucrânia, Bielorússia, Geórgia, Cazaquistão, Turquia, até à Mongólia.
A tal tártara região que, certa vez, sediou o Império Khazar conhecido dos “manuais de historinhas” como a Roma Bizantina ou Constantinopla (a segunda Roma - a terceira viria a ser Rússia, Prússia, Inglaterra e França... A quarta os EUA... A quinta?... A que aí está à porta, num retorno às feudais e sultanatas origens caucasiano-arianas).
Império Khazar, esse, cujos cidadãos eram chamados, naturalmente, de khazares - mas “para os íntimos” se autointitulando pomposamente, diga-se, de judeus asquenazis (sim, asqueNAZIS - precisarei repetir?!), “dando, todavia, uma de cristãos ortodoxos para “inglês ver, para ficar bem na foto” e para assim ficar registrado nos anais e nas narrativas oficiais -, também conhecidos, ainda, pelo “codinome” de criptos (basic)...
Que, mais tarde, migraram para toda a Europa vindo a formar Venezas, Maltas, Principados, Casas de Orsini, Papados, o bastião Suíço (a matriz fiscal paradisíaca e da banca mundial, e, não olvidando, o pavilhão da guarda papal...), o Sacro-Império Germânico, as Casas de Habsburgo, de Saxe-Coburgo-Gota, de Windsor, o Vaticano, etc..., e desta (da Europa) tomaram o controle da América, da Rússia (a propósito quem financiou, compôs e se infiltrou na revolução bolchevique?), do Caribe, América Do Sul, Canadá, Austrália... e da Antártida...
Fizeram-se conhecer, depois, por Rothschild quando o assunto passou a ser “Banca & Finança”.
Ou Sionistas quando o escopo passou a ser o domínio e a hegemonia da geopolítica mundial, para a qual todos os méritos terão de ser creditados à sua Hydra de três cabeças ideológico-revolucionárias (comunismo, fascismo e nazismo)...
Antes haviam-se apresentado como Templários em matéria de estratégia militar, Rosacruzes & Maçons nas lides iniciáticas, ocultistas e filosóficas, Jesuítas e Catolicistas no espectro religioso-educacional e de intelligentsia, antes de outrora, haviam sido os reais criadores e cultuadores do Talmude..., do Judaísmo..., do Cristianismo (Jesus/Immanuel e Sua Pedra se situam à margem desta equação, já que são a reserva espiritual e de consciência reativa/proativa a toda esta leviatãnica monstruosidade que nos controla)..., do Corão..., de todos os antagonismos, dicotomias, dialéticas, piramidais sistemas, corporacionismos e construtos...
Puxando o novelo até aos exórdios encontrareis e vos deparareis com a Sinagoga e o Sinédrio de Satanás...
Jerusalém erigida, originalmente, pelos cananeus, na figura de Salomão, é, pois, o berço das três grandes religiões abraâmicas conceptualizadas com propósitos dialéticos muito bem definidos... E crônica e extremamente exitosos...
Afinal a “cultura judaico-cristã” passou a ser a panaceia para arrebanhar e arregimentar mentes (uma delas – a outra trabalhou sobre os auspícios do Corão), mesmo quando todos sabem que foi o Sinédrio e seus representantes fariseus os principais instigadores e crucificadores de Jesus – Pilatos só daria a contrariada ordem anuindo à abnegada vontade daqueles...
Jerusalém, o berço das três grandes religiões abraâmicas, portanto, mas, em relação à qual, tudo tem sido feito, desde a segunda metade do século XX, para que a nova síntese resplandeça...
A Mesquita de Al-Aqsa é emblemática neste contexto - seu nome deve a que origem?
Não vos parece óbvio?
Mas, no entanto, é, desde 1948, uma supremacista, sofista, incriticável e inquestionável cidadela is-ra-el-ita...
Nela há, também, um famoso muro onde todos, rigorosamente, todos os principais chefes de estado El-eitos - tanto aliados como oponentes (pasme-se!) se vão penitenciar orar, lamentar ou adorar (Who knows?) a quem servem e vassalam...
E de lá para cá temos, orbitando-a abaixo, os nababescos Emirados Árabes Unidos, Doha, Bahrein, Catar, Dubai...
E orbitando-a acima, a tão cobiçada Ucrânia, a discreta, sóbria e sibilina Turquia e a vanguardista Astana, capital do Cazaquistão - lembram onde ficam?...
Um bastião - Jerusalém e o Estado que a sedia – que está aí, E ISTO PRECISA SER DERRADEIRAMENTE COMPREENDIDO, que nada tem que ver com os hebreus & Abraão das Sagradas Escrituras, mas tudo com os tais judeus asquenazis (preciso desenhar?)...
Quem é o chefe de estado que anda, de há um par de anos a esta parte, e logo depois da fraudemia (os demônios são incansáveis e não dormem), a ser bajulado em todos os parlamentos deste mundo?
Um tal de “Zé Lendias”, não é isso?
Antes ator de TV, agora presidente daquele país do Cáucaso tão pseudo-desejado e pseudo-disputado por Russos, Americanos e Unionistas Europeus, não é verdade?
Toda uma turma fingida; Um clube dissimulado...
É uma trama intrincada, macabra e diabólica ou não é?
E como ela - a trama - tem hipnotizado mentes, corações & almas neste mundinho de Deus...
Tem mind control maior e mais pregnante?
Tem!
Mas não cabe ora discutir...
Cui bono com o pós-grandes guerras mundiais?
Quem foram os defenestrados escolhidos e os maiores defenestradores comandados pelo bigodinho maníaco – o El-eito para vilão da sub-trama da vez?
Por que se estabeleceu tal relação de forças “antagônicas” – algozes versus vítimas de tão específica etnia/raça?
A escolha dos vilões(antítese)& mocinhos(tese) beligerantes foi de geração espontânea e de obra e graça demoníaca ou estrategicamente pré-acordada e pré-determinada?
A que ideologias, simbologias, práticas ocultistas e esotéricas o Zé do bigodinho e seus fanáticos asseclas se devotavam?
Será que foram só eles os cultuadores ou será que era (e é!) uma confraria com papeis bem delineados e diferenciados?
A “impiedosa” Alemanha, desfeita pelas citadas duas grandes guerras, por acaso não se reergueu rapidamente, qual Fênix, nas duas ocasiões, a ponto de vir a ser uma das fundadoras da União Europeia, liderá-la e ser a maior provedora de fundos aos demais (cooptados e abduzidos) estados membros...
Quem tem o poder de veto na imaculada, insuspeita & intangível ONU, mesmo?
Todos amigos ou fingindo inimizade?
É ou não é uma trevosa irmandade?
A NASA (a agência psy-ops master) foi fundada em grande parte por cientistas oriundos donde e de que partido?
O que tinham em comum Einstein, Oppenheimer e Von Braun além da física e da ciência?
E Marx, Herzl, Freud, Kissinger, Soros, K. Schwab e Yuval Harari?
Quanta judiaria tem sido feita com a pobre humanidade...
A propósito: qual é mesmo a origem da palavra Ariana?
Ela refere-se, especificamente, “ao subgrupo de indo-europeus, que se estabeleceu no planalto iraniano desde o final do terceiro milênio antes de Cristo”.
Quais as maiores comunidades não alemãs que vivem hoje na Alemanha?
Iranianos e Turcos.
Qual pavilhão & bandeira foi recentemente escolhida para chefiar a pasta dos “Direitos Humanos” na ONU?
Irão.
Mas, espera, não são eles um dos malvadões da trama?...
“Algo errado não está certo”, não é mesmo?
Ou será que está?...
Da perspectiva nazista, “a raça ariana seria uma das três grandes raças humanas, e este termo (ariana) serviria para designar a raça branca ou caucasoide, descendente das antigas tribos que se originaram da região do Cáucaso, ao sul da Rússia, há cerca de sete ou oito mil anos, e se expandiram por toda a Europa no curso da história”, como que escolhidos e ungidos para governar...
Quem está no controle das operações globais, mesmo?... Vós ainda achais que são países, nações?...
A estrela de seis pontos da bandeira de Israel não representa a estrela de David, ladies & gentlemen, mas a apostasia (o desvio de finalidade e a profanação dum desígnio sagrado) is-ra-el-ita.
Representa o Selo Hexogrâmico desde os antigos Sumérios, Assírio-Babilônicos e Egípcios (e lá voltamos “à casa de partida”) que, na verdade, e em essência, é um hexagrama de adoração à Saturnália.
E Saturno é conhecido pelo quê?
Ele é o Senhor que anela Tempo e Espaço – as dimensões em que nascemos, nos vemos aprisionados, contingenciados, limitados, manietados, satanizados, escravizados e que nos findam...
Mas, também, claro está, conhecido pelo seu lauto, majestoso e magnífico anel...
O Senhor dos Anéis soa-vos a algo?...
O vovô Tolkien sabia-no-lo e pela escrita escrutinou-o e desnudou-o na sua metáfora épica de três tomos...
Eco
Fonte/Créditos: Juntando as peças com intelecto e cognição impoluta