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Terça-feira, 05 de Maio 2026
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A gritaria dos canalhas

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A gritaria dos canalhas
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As eleições norte-americanas, não só a para Presidente, mas também Senado e Câmara Federal mostraram aquilo que nossos olhos veem.

Apesar de ser um sistema eleitoral que para nos e confuso, com as questões de delegados e possibilidade de votação prévia, via correios e ainda a não obrigatoriedade de votar, o que foi visto neste ano foi um controle muito maior das fraudes descaradas que existiram na eleição passada.

Mas se não tivemos ainda a revelação de algum possível escândalo de fraude como os tantos que foram mostrados na Internet na eleição passada, como o roubo de votos e malotes, ação orquestrada de votação por correios, o que tivemos notícias ontem foram de casos pontuais como a possibilidade de atentados na Geórgia e confusões em alguns estados.

Desse modo, há uma tendência natural agora, após resultado condizente com a percepção e expectativa da eleição de Trump, além da euforia pôs conquista, que algo seja esquecido, ainda que momentaneamente ou até mesmo "perdoado" e deixado de lado.

A gritaria dos canalhas no período pré-eleitoral, durante o período eleitoral e até o início da apuração é digno de muitas notas de repúdio e cobrança por parte das sociedades. Não só a americana, que era a principal interessada no problema, mas tantas outras ao redor do mundo.

Perguntas que devem ser feitas, fugindo de uma superfície óbvia e tentando explicações mais profundas. Que o objetivo da mídia é institutos de pesquisas é manipular, influenciar e imprimir tendências, todos sabemos. Mas essa gente toda, que trabalha diuturnamente para senhores tratados e chamados de sistema buscavam que objetivo nessa eleição específica?

Implementação de mais uma fraude? Influenciar para diminuir o vexame de uma derrota acachapante? Criar uma falsa ideia de divisão em partes quase iguais com que meta? A vitória retumbante dos Republicanos poderia ter sido ainda maior? Ou será que fora maior apesar de que, por alguma fórmula mágica, isso não fora traduzido nos resultados oficiais?

No mundo, as vitórias socialistas, ainda que algumas fantasiadas de centro, repetem um padrão de vitória apertada, quase sempre com a sensação de fraude. Vale então outra pergunta: será que ao longo dos anos essa gente ganhou alguma coisa? Será que essa esquerda, toda vez que derrotada, não infla seus números para ter a possibilidade futura em outras eleições estabelecer uma vitória apertada?

Já ouvimos falar de maioria silenciosa e minoria barulhenta. Os nossos sistemas eleitorais, formas de apuração e os tamanhos colossais das populações mundo afora contribuem demais para essa impressão imposta dia após dia pela mídia.

Numa conta de padaria, se tivermos 30% de esquerdistas, eleitores de esquerda, no Brasil ou nos EUA, estamos falando de mais de 30 milhões de eleitores.

Em 2018, numa verdadeira onda em verde e amarelo por todo Brasil, tivemos um segundo turno e tivemos quase 50 milhões para um "Andrade" sem carisma. Será mesmo?

A gritaria dessa canalhada que se vende por suas vidas cheias de mimos, festas, holofotes custa a uma população muito maior uma vida muito melhor.

Institutos de pesquisas, jornalistas e analistas políticos mentirosos, que fingem discutir algo que não existe, ainda que até eles acreditem nessa mentira, são tão monstros como aqueles que realmente tentam comandar o mundo.

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