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Terça-feira, 21 de Abril 2026
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Pastor esquerdista tenta tumultuar vigília pró-Bolsonaro e acaba expulso por manifestantes em Brasília

Ato foi convocado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ); Polícia Militar precisou intervir

Pastor esquerdista tenta tumultuar vigília pró-Bolsonaro e acaba expulso por manifestantes em Brasília
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A vigília realizada por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na tarde deste sábado (22) em Brasília, foi alvo de uma tentativa de provocação política protagonizada por um homem que se apresentou como pastor Ismael Lopes, integrante da chamada “Frente Evangélica pelo Estado de Direito” — grupo conhecido por militância alinhada à esquerda.

Lopes pediu o microfone afirmando que faria uma pregação e, nos primeiros minutos, citou versículos bíblicos como se estivesse prestando apoio ao ex-presidente. No entanto, logo revelou suas reais intenções: em meio ao discurso, passou a culpar Bolsonaro pelas mortes da Covid-19, repetindo a narrativa da oposição.

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Assim que começou o ataque político travestido de sermão religioso, manifestantes retiraram o microfone de suas mãos. O infiltrado deixou o local correndo e acabou sendo contido por parte do público até a chegada da Polícia Militar, que interveio com spray de pimenta para evitar maior tumulto.

Após o episódio, Lopes ainda afirmou que esteve no ato “para falar verdades”, escancarando que seu objetivo era apenas provocar e desrespeitar os presentes. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) classificou a confusão como “obra do diabo”.

Vigília interrompida

A vigília convocada por apoiadores durou pouco mais de uma hora e ocorreu em área pública próxima ao condomínio onde mora a família do ex-presidente. Bolsonaro havia sido preso na manhã deste sábado e levado à Superintendência da Polícia Federal.

No despacho que determinou a prisão, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, citou a vigília entre os motivos, alegando que o ato poderia causar desordem — argumento duramente criticado por parlamentares e apoiadores, que veem excessos e perseguição política na decisão.

Fonte/Créditos: CNN

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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