Um vídeo que começou a circular nas redes sociais neste sábado (24/1) colocou no centro de uma polêmica o pastor Edson Cursino, da Assembleia de Deus Ministério de Taubaté, após ele relatar, durante um culto, que agrediu o próprio filho, de 10 anos, como forma de disciplina.
Nas imagens, gravadas durante a pregação, o líder religioso descreve episódios de punição física aplicados à criança e afirma que o medo é parte do método que utiliza para educar o filho caçula. Em um dos trechos, o pastor conta que usou uma vara para bater e que o menino tentou reduzir a dor vestindo várias calças ao mesmo tempo.
O relato ganha contornos ainda mais graves quando Edson Cursino menciona uma orientação recebida pelo filho na escola. Segundo o pastor, a criança disse que acionaria a polícia caso voltasse a ser agredida, recomendação que teria partido de uma professora. A reação, narrada pelo próprio religioso diante dos fiéis, foi a aplicação de um novo castigo físico, com o objetivo de “gerar temor”.
Lei Menino Bernardo
As declarações repercutiram negativamente e levantaram questionamentos sobre possíveis violações à Lei Menino Bernardo (Lei nº 13.010/2014), que proíbe o uso de castigos físicos ou tratamento cruel e degradante contra crianças e adolescentes.
Fonte/Créditos: Metropoles
Créditos (Imagem de capa): Reprodução/Fuxico Gospel
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