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Quinta-feira, 23 de Abril 2026
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Trump é informado de que o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, provavelmente é gay — e a reação foi impagável

Informação teria sido repassada pela inteligência americana ao presidente dos EUA, Donald Trump, segundo o jornal 'New York Post'

Trump é informado de que o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, provavelmente é gay — e a reação foi impagável
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Um relatório da inteligência dos Estados Unidos teria apontado que Mojtaba Khamenei, atual líder supremo do Irã, poderia ser gay — algo proibido pela legislação da República Islâmica. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (16) pelo jornal americano New York Post, que afirma ter ouvido fontes ligadas à comunidade de inteligência e à Casa Branca.

De acordo com a reportagem, o conteúdo foi apresentado ao presidente Donald Trump durante uma reunião com autoridades. Segundo os relatos, o republicano não conseguiu conter a surpresa e reagiu com uma gargalhada ao ouvir a informação.

Pessoas que estavam presentes no encontro também teriam reagido com espanto e riso, e um alto funcionário da inteligência teria comentado o assunto por dias, segundo uma das fontes ouvidas pelo jornal.

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A alegação foi descrita ao New York Post por dois integrantes da comunidade de inteligência dos EUA e uma terceira pessoa próxima à Casa Branca. As três fontes afirmaram que, apesar de parecer improvável à primeira vista, as agências de espionagem americanas consideram os dados críveis, e não parte de uma operação de desinformação contra o líder iraniano.

Mojtaba Khamenei, de 56 anos, foi escolhido para suceder o pai, o aiatolá Ali Khamenei, morto em um ataque aéreo no final de fevereiro. Antes de assumir o cargo, Mojtaba já era conhecido nos bastidores do regime iraniano como “o poder por trás das vestes”, devido à influência que exercia sobre o pai nos últimos anos de governo.

Segundo as fontes citadas pelo jornal, informações de inteligência indicam que Mojtaba teria mantido por anos um relacionamento sexual com um tutor de sua infância. Outra fonte afirmou que os relatórios também apontam para um caso extraconjugal com uma pessoa que anteriormente trabalhou para a família Khamenei.

Uma das pessoas ouvidas pelo New York Post disse ainda que Mojtaba teria feito investidas sexuais consideradas “agressivas” contra homens que cuidavam dele, possivelmente enquanto estava sob efeito de medicamentos fortes durante tratamentos médicos.

Apesar das alegações, as agências de inteligência americanas não possuem provas fotográficas ou registros diretos da suposta orientação sexual do líder iraniano. Mesmo assim, uma das fontes afirmou que a informação teria sido obtida a partir de “uma das fontes mais protegidas do governo”, o que teria levado o relatório aos níveis mais altos da administração americana.

Rumores sobre a vida pessoal de Mojtaba Khamenei não são recentes. Segundo o New York Post, especulações sobre sua sexualidade circulam no Irã desde maio de 2024, após a morte do então presidente Ebrahim Raisi em um acidente de helicóptero. Raisi era considerado um dos principais favoritos para suceder Ali Khamenei como líder supremo.

A reportagem também cita um telegrama diplomático confidencial dos Estados Unidos de 2008, divulgado posteriormente pelo WikiLeaks. O documento afirmava que Mojtaba teria sido tratado no Reino Unido por problemas de impotência, passando por várias visitas a hospitais em Londres antes de se casar.

O relatório indicava que Mojtaba se casou relativamente tarde, por volta dos 30 anos, e que a família esperava que ele tivesse filhos rapidamente. Após tratamentos médicos e uma estadia prolongada no Reino Unido, sua esposa teria engravidado.

A esposa de Mojtaba, Zahra, e um de seus filhos teriam morrido no mesmo ataque aéreo que matou o aiatolá Ali Khamenei. O líder iraniano ainda teria outros dois filhos.

O tema também ganha repercussão internacional devido às leis da República Islâmica. Relações entre pessoas do mesmo sexo são criminalizadas no Irã, podendo resultar em punições severas e, em alguns casos, até pena de morte.

Embora o país permita que pessoas trans realizem cirurgias de redesignação sexual e alterem registros legais, organizações de direitos humanos afirmam que a comunidade LGBTQIA+ enfrenta forte discriminação, violência e pressão social.

Até o momento, a Casa Branca não comentou oficialmente a reportagem do New York Post, e o governo iraniano também não se pronunciou sobre as alegações.

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