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Quinta-feira, 23 de Abril 2026
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STF: a Moraes, Cid reafirma que Bolsonaro editou “minuta do golpe”

Ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Mauro Cid volta a depor como informante de juízo em ação que apura suposta tentativa de golpe

STF: a Moraes, Cid reafirma que Bolsonaro editou “minuta do golpe”
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O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), reafirmou, nesta segunda-feira (14/7), que o ex-presidente teria lido e feito alterações em um texto com o objetivo de supostamente reverter os efeitos da eleição de Lula (PT) em 2022, que ficou conhecido como “minuta do golpe”.

Cid voltou a depor ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta tarde e fala como informante do juiz na oitiva que trata das ações dos núcleos 2, 3 e 4 da suposta trama golpista.

Ao falar da minuta, Cid garantiu ainda que Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro para Assuntos Internacionais, estava presente na discussão e que seria um dos autores da minuta, junto a um jurista que ele não lembra o nome. “Esse documento basicamente era composto de duas partes. A primeira parte é nos considerandos, já foi discutida à beça sobre isso aí, e uma segunda parte é um artigo de ações e determinações que deveriam ser tomadas”, disse Cid.

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“Os considerandos basicamente eram possíveis interferências que o TSE e o Supremo Tribunal Federal fizeram durante o processo eleitoral. (…) esse documento em si, propriamente dito, ele basicamente era composto de prisão de autoridades e decretação de novas eleições e algumas medidas relacionadas a ações em torno disso aí”, resumiu Cid sobre a “minuta do golpe”.

O ex-ajudante de ordens também reafirmou, confirmando depoimentos anteriores, que uma primeira versão do documento previa a prisão de autoridades várias, como o então presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, mas que a versão editada por Bolsonaro teria ficado mais enxuta e prevendo apenas a prisão de Moraes, então presidente do TSE.

Outros depoimentos

Durante a manhã, o juiz auxiliar de Alexandre de Moraes, Rafael Henrique, ouviu as testemunhas de acusação intimadas pela Procuradoria-Geral da República. No período da tarde, Cid será ouvido pelo ministro Alexandre de Moraes, que conduz a oitiva da tarde após ausência pela manhã.

 

Fonte/Créditos: Metrópoles

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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