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Notícias / Internacional

Sete jornalistas morreram nos terremotos na Venezuela

País teve quase três mil mortes devido aos tremores

Sete jornalistas morreram nos terremotos na Venezuela
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Um total de sete jornalistas e profissionais da comunicação perderam a vida em consequência dos terremotos ocorridos no último dia 24 de junho, que afetaram a costa venezuelana e que, até o momento, já causaram quase 3.000 mortes.

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Imprensa (SNTP) informou sobre a morte de José Ángel Rivero, Sinaí Rivas, Oriana Guedez, Lissi Contreras, Javier José Rodríguez, Emilys Sarache e Adriany Matute.

As buscas pela colega jornalista Mauren Elena Morillo continuam, assim como as por Ernesto García, Carmen Helena Valdivieso e Melissa de Sousa Visconti“, indicou o sindicato em um comunicado publicado nas redes sociais.

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A organização lamentou essas mortes e transmitiu suas condolências aos familiares e colegas das vítimas. “Expressamos nossas condolências e solidariedade aos seus familiares, amigos e colegas”, afirmou o SNTP.

O sindicato destacou que está acompanhando as famílias dos desaparecidos durante os trabalhos de busca. Além disso, manifestou sua esperança de que eles possam ser encontrados.

Terremotos

Dois terremotos atingiram a Venezuela com menos de um minuto de intervalo entre eles na noite de 24 de junho, com magnitudes de 7,2 e 7,5. A região de La Guaira foi uma das mais atingidas pelos sismos. Uma semana após os tremores, a Venezuela já registra 2.295 mortos e 11 mil feridos, além de milhares de desaparecidos que ainda estão sendo buscados.

Quase 59 mil edifícios podem ter sido danificados ou destruídos no país, segundo uma avaliação preliminar de dados de satélite publicada pela Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos.

Países como Estados Unidos, China, Brasil, México, Reino Unido, entre outros, enviaram equipes de resgate, equipamentos, remédios e alimentos para a Venezuela.

A ONU estimou em US$ 6,7 bilhões (R$ 34,6 bilhões) os danos físicos causados pelos dois terremotos, valor equivalente a 6% do PIB do país sul-americano.

A avaliação preliminar baseia-se em modelos sísmicos, imagens de satélite e dados populacionais. Ela inclui perdas de bens, como moradias, mas não abrange a perturbação econômica mais ampla causada pelo desastre de quarta-feira, informou o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Fonte/Créditos: Pleno News

Créditos (Imagem de capa): Reprodução/Redes sociais

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