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Segunda-feira, 08 de Junho 2026
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Notícias / Política

Secretário do PT debocha de operação da PF contra Bolsonaro e causa revolta

O secretário do PT, sigla do presidente Lula, termina o vídeo agradecendo ao STF pela decisão contra Bolsonaro

Secretário do PT debocha de operação da PF contra Bolsonaro e causa revolta
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O deputado federal e secretário nacional de comunicação do Partido dos Trabalhadores (PT), Jilmar Tatto (SP), riu da operação da Polícia Federal (PF) que executou a ordem de busca e apreensão emitida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

 

“O Bolsonaro vai usar tornozeleira e vai ser monitorado 24 horas por dia pela Polícia Federal”, disse o parlamentar em vídeo publicado nas redes sociais, nesta sexta-feira, 18. “Olha, não era sem tempo. Confesso que eu estava agoniado com receio dele [sic] fugir do país.” 

O secretário do PT, partido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conclui o vídeo agradecendo ao STF pela decisão contra Bolsonaro.

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“Bolsonaro não pode se aproximar dos filhos, de autoridades, e agora está usando tornozeleira, por enquanto”, continuou. “Depois, vai tirar a tornozeleira porque irá para a cadeia. Valeu, STF.” 

“Se ele e seus filhos estão dispostos a prejudicar o Brasil inteiro para ficarem impunes, a ideia de fuga (Eduardo já fugiu) parece cada vez mais provável com o cerco apertando”, disse o deputado em outra publicação no X. 

Na ordem contra Bolsonaro, Moraes chamou Trump de “inimigo” 

No mandado que permitiu a ação contra Bolsonaro, o ministro Alexandre de Moraes referiu-se ao presidente dos EUA, Donald Trump, como um “inimigo da soberania nacional”. Moraes concedeu permissão para mandados de busca e apreensão contra Bolsonaro, em resposta a um pedido da Polícia Federal e um parecer positivo da Procuradoria-Geral da República.

No veredito, o ministro responsabilizou o deputado federal afastado Eduardo Bolsonaro pelo aumento de tarifas de Trump, e declarou que Bolsonaro estaria colaborando com o filho para submeter o STF a um “Estado estrangeiro” através de métodos hostis.

Moraes não só impôs o uso de tornozeleira eletrônica a Bolsonaro, como também o proibiu de se aproximar de embaixadas ou conversar com embaixadores; de manter contato com outros investigados, especialmente seus filhos Eduardo e Carlos; de utilizar redes sociais; e de deixar sua residência entre as 19 horas e as 7 horas.As informações são da Revista Oeste. 

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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