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Terça-feira, 21 de Abril 2026
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Santa Catarina sanciona lei que proíbe cotas raciais em universidades

Governo estadual alega ter tomado a decisão para promover uma "concorrência mais justa no acesso" às instituições de ensino superior

Santa Catarina sanciona lei que proíbe cotas raciais em universidades
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O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), sancionou nesta quinta-feira (22) um projeto de lei que proíbe cotas raciais em universidades do estado.

Segundo nota do governo catarinense, a decisão foi tomada por “diversos fatores: uma concorrência mais justa no acesso às universidades, a meritocracia, o respeito à decisão da Assembleia Legislativa em aprovar a nova legislação e a melhoria do acesso aos candidatos mais vulneráveis economicamente”.

Em dezembro passado, a Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina) aprovou o projeto que proíbe a adoção de cotas e outras ações afirmativas em instituições de ensino superior da rede pública ou que recebam verbas públicas estaduais.

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O texto, de autoria do deputado estadual Alex Brasil (PL), foi aprovado pelo plenário da Alesc na sessão do dia 10 de dezembro, com sete votos contrários.

De acordo com o parlamentar, permanecem autorizadas as políticas de reserva de vagas fundamentadas exclusivamente em critérios socioeconômicos, além daquelas destinadas a pessoas com deficiência (PCDs) e a estudantes egressos da rede pública estadual de ensino médio.

Durante o debate, o deputado afirmou que o objetivo da proposta não é estabelecer distinções com base em características individuais, como cor da pele ou orientação sexual, mas direcionar o apoio do Estado a quem enfrenta vulnerabilidade social e econômica.

“Nós estamos dizendo que se ela tem a precariedade social e econômica, ela precisa ser atendida pelo Estado", argumentou Alex Brasil.

A proposta também prevê sanções em caso de descumprimento das regras. Além da anulação do resultado do processo seletivo, o órgão ou entidade responsável poderá ser penalizado com multa de R$ 100 mil e suspensão do repasse de recursos públicos.

Fonte/Créditos: CNN

Créditos (Imagem de capa): Saulo Angelo/Estadão Conteúdo

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