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Sábado, 18 de Abril 2026
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Presidente do Irã diz que morte de Khamenei é 'declaração de guerra contra muçulmanos'

EUA e Israel travam guerra contra o Irã desde sábado, quando lançaram bombardeios contra Teerã e mataram o líder supremo Ali Khamenei e chefes militares iranianos. Neste domingo (1º), Trump advertiu contra novos ataques do Irã.

Presidente do Irã diz que morte de Khamenei é 'declaração de guerra contra muçulmanos'
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O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou neste domingo (1º) que a morte do líder supremo Ali Khamenei é uma "declaração de guerra contra os muçulmanos" e falou em "vingança legítima" contra os Estados Unidos e Israel.

"O assassinato do grande comandante da comunidade islâmica é uma guerra aberta contra os muçulmanos, especialmente os xiitas em todas as partes do mundo. (...) A República Islâmica do Irã considera a vingança e a responsabilização dos autores e mandantes deste crime um dever e um direito legítimo", afirmou Pezeshkian em pronunciamento oficial lamentando a morte de Khamenei.

Pouco antes do pronunciamento de Pezeshkian, a agência estatal iraniana Isna afirmou que o presidente iraniano está saudável e em segurança.

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Khamenei foi morto em um bombardeio coordenado entre EUA e Israel contra o complexo presidencial onde ele estava na madrugada de sábado (28). A morte foi confirmada pelo Irã apenas horas depois, já no final da noite. Leia mais abaixo.

Morte de Khamenei

O governo do Irã e a sua mídia estatal confirmaram a morte do aiatolá Ali Khamenei neste sábado (28). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia anunciado mais cedo que o líder supremo do Irã foi morto durante um bombardeio.

Khamenei comandou o país por quase quatro décadas. A morte foi inicialmente confirmada pela agência estatal Fars em seu perfil no Telegram. "O líder supremo da Revolução foi martirizado", diz a publicação.

O gabinete do governo do Irã, cujo presidente é Masoud Pezeshkian, declarou 40 dias de luto nacional e sete dias de feriado geral.

"É com profundo pesar e consternação que informamos que, após o ataque brutal do governo criminoso dos Estados Unidos e do regime abjeto sionista, o modelo de fé, luta e resistência, o líder supremo da Revolução Islâmica, sua eminência o grande aiatolá Ali Khamenei, alcançou a grande graça do martírio", diz nota.

O texto classifica o episódio como um "crime" e diz que "marcará uma nova página na história do mundo islâmico e do xiismo". "O sangue puro deste descendente do profeta fluirá como uma fonte impetuosa e erradicará a opressão e o crime americano-sionista. Desta vez, com toda a força e firmeza, e com o apoio da nação islâmica e dos homens livres do mundo, faremos com que os autores e mandantes deste grande crime se arrependam".

Segundo a agência estatal, Khamenei foi morto em seu local de trabalho na manhã deste sábado.

Fonte/Créditos: G1

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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