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Terça-feira, 21 de Abril 2026
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Operação de PF no Amapá aproxima Alcolumbre de esquema ligado ao Banco Master

Investigação mira gestor da previdência estadual indicado pelo presidente do Senado

Operação de PF no Amapá aproxima Alcolumbre de esquema ligado ao Banco Master
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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (5), a Operação Zona Cinzenta, voltada à apuração de suspeitas de irregularidades na gestão de recursos da previdência do Amapá. A ofensiva aproximou politicamente o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), de investimentos questionados no Banco Master, segundo investigadores.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Macapá, por ordem da 4ª Vara Federal, tendo como foco a Amprev, autarquia responsável pela gestão das aposentadorias estaduais. Alcolumbre não é investigado, mas a PF avalia se houve ingerência política nos acordos que levaram a aplicações da ordem de R$ 400 milhões em carteiras do Banco Master.

Quem está no centro da apuração

A investigação mira diretamente o diretor-presidente da Amprev, Jocildo Silva Lemos, além de dois integrantes do comitê de investimentos: Jackson Rubens de Oliveira e José Milton Afonso Gonçalves.

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Lemos assumiu a presidência da Amprev em 2023 após indicação de Alcolumbre e nomeação pelo governador Clécio Luís (União Brasil), aliado político do senador. Antes, Lemos atuou como tesoureiro de Alcolumbre na campanha de 2022.

O que a PF investiga

De acordo com a Polícia Federal, a apuração examina a aprovação e a execução de investimentos realizados pela autarquia estadual do RPPS/AP (Regime Próprio de Previdência Social do Amapá) em Letras Financeiras emitidas por banco privado — referência às operações com o Banco Master.

Embora não haja imputação formal contra o presidente do Senado, investigadores avaliam o contexto decisório que levou às aplicações vultosas e eventuais pressões institucionais no processo.

Outro braço da investigação: Rio Previdência

A atuação da PF no tema não se restringe ao Amapá. Nesta semana, a corporação prendeu o ex-presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, na segunda fase da Operação Barco de Papel.

O inquérito apura crimes contra o sistema financeiro envolvendo investimentos previdenciários também ligados ao Banco Master. Foram cumpridos três mandados de prisão temporária e nove de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em Santa Catarina, com base em indícios de obstrução de investigações e ocultação de provas.

Antunes foi detido em Itatiaia (RJ) após chegar de viagem aos Estados Unidos. Ele desembarcou no aeroporto de Guarulhos (SP), alugou um carro e seguia para o Rio quando foi interceptado.

Fonte/Créditos: Contra Fatos

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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